Mostrando postagens com marcador Mistérios. Mostrar todas as postagens

5 mistérios do mar que permanecem sem solução


O que tem no fundo do mar? Você já parou para pensar isso? O nossso planeta está quase debaixo d’água, em grande parte de suas terras.
E no fundo dos oceanos e mares, você vai encontrar de tudo, corais, navios naufragados, submarinos destruídos e os mais diversos tipos de animais marinhos.


E esses lugares são bastante profundos, com deficiência de oxigênio e quase desprovido de vida, além da baixa quantidade de luz natural. Praticamente, o fundo dos mares e oceanos se torna um cemitério para grandes, médias e pequenas embarcações, além de mistérios que você nem imagina que se passam por aí.
Alguns deles acontecem tanto em superfície, quanto em seus redutos profundos. E é por isso que separamos para você uma listinha com alguns mistérios do mar que permanecem sem solução até hoje. Confira:

1 – USS Scorpion

USS Scorpion
Ele saiu em fevereiro de 1968 da Virgínia, em direção ao Mar Mediterrâneo, e voltou em maio do mesmo ano com destroços e partes quebradas espalhadas no oceano. A Marinha foi até o local e constatou a morte de 99 homens a bordo.
Anos mais tarde, em 2012, novas expedições foram feitas para tentar desvendar o mistério do paradeiro do navio, mas nada foi encontrado. Algumas teorias levantadas apontaram que o Scorpion poderia ter sido derrubado por um ataque soviético ou que disparou um torpedo, durante algum procedimento de treinamento, e o mesmo acabou virando para a embarcação.
Até hoje não conseguiram desvendar o mistério da tragédia que matou várias pessoas no oceano.

2 – O Misterioso submarino russo no mar Báltico

Dois aviões de combate russo atacaram Moscou em 2014 invadindo o espaço aéreo sem permissão. Paralelo a isso, um oficial de inteligência do governo tinha sido raptado e levado para Moscou por meio de agentes russos e um sistema de vigilância e alguns cidadãos relataram ter visto um misterioso submarino russo no mar Báltico.
Os militares foram investigar a área e nada foi encontrado até hoje.

3 – A morte misteriosa das baleias do Alasca


2015 foi um ano difícil para muita gente, inclusive para o meio ambiente. No Alasca, 30 baleias vieram a encalhar e morreram no arquipélago Kodiak. Os especialistas fizeram investigação aprofundada e encontraram algumas algas tóxicas próximas ao local, mas acabaram descobrindo que elas não causaram a morte destes animais.
Meses antes, uma revoada de pássaros também sobrevoou a costa do Alasca e todos os pássaros morreram da mesma causa. Até hoje não conseguiram descobrir o que pode ter provocado a causa da morte das baleias.

4 – O misterioso mar leitoso

Milkysea
Um mar com águas de aspecto leitoso era uma lenda contada por vários pescadores e repassada de geração a geração. Mas no ano de 1995, um navio mercante encontrou um mar com as mesmas características e o cientista Steve Haddock, do Instituto de Pesquisa Monterey Bay Aquarium, analisou as amostras e detectou que haviam bactérias luminosas chamados de dinoflagelados bioluminescentes.
O estudo do cientista mostrou que esses organismos brilhavam para atrair peixes. Até hoje não foi descoberto como esses organismos foram parar lá e nem como eles foram criados ou surgiram na natureza.

5 – O tubarão canibal da Austrália

Foto de um grande tubarão branco na Austrália.
O caso foi que um tubarão branco na Austrália comeu um outro tubarão depois de ter mergulhado a 1903 pés(580 metros), em uma temperatura de 46º a 78º graus Fahrenheit.
De acordo com um estudante de doutorado que estuda o comportamento e a população de tubarões no Instituto Oceonográfico Woods Hole, em Massachussetts, “O canibalismo em tubarões é bastante comum em ambos os jovens e adultos“. Ele afirmou que seria possível que o gigante do mar pudesse cometer canibalismo com outro animal de sua espécie.
Mesmo com as afirmações e depoimentos de especialistas, até hoje, o mistério sobre o possível tubarão canibal é uma questão que não foi respondida.
Quais destes segredos você curtiu mais? Mande seu comentário para gente!

O que estaria por trás de nossa obsessão pelos zumbis?

Em 2015, a série “The Walking Dead” ficou em segundo lugar entre as mais pirateadas em todo o mundo de acordo com o site TorrentFreak. Essa não exatamente é uma surpresa, já que a série tem uma enorme quantidade de fãs que adoram as histórias envolvendo os zumbis mais populares da televisão hoje em dia.


Mas de onde vem essa fixação por esses monstros? A escritora nova-iorquina Julia de Guzman tenta entender essa obsessão pelo tema, que tem criado séries, filmes, quadrinhos, jogos e até mesmo pegadinhas pra lá de sinistras. Neste artigo, você saber um pouco mais sobre curiosidades e origens desses seres que insistem em “viver” mesmo depois de mortos.
Apesar de estarem na cultura pop há bastante tempo, foi apenas recentemente que eles foram catapultados ao sucesso. Julia relembra, porém, que as origens são bem mais antigas. No século 19, os africanos tinham os nzumbi e não metiam muito medo, afinal, eram controlados com por feiticeiros que dominassem a magia negra.
Hoje em dia, esses monstros desenvolveram uma espécie de vontade própria, dispostos a destruir tudo e matar todos que encontrarem pelo caminho. “O zumbi serve como uma figura de interrupção normativa: sua única motivação é a fome, e não há códigos comuns de comportamento para impedi-los de cumprir essa necessidade”, analisa a escritora.
Publicidade
</div> <div id='passback-wb6f82395b5'></div>
Série "The Walking Dead" ajudou a popularizar os zumbis

Reflexo do medo

Kelly Murphy, professora de religião e filosofia da Universidade de Michigan, nos EUA, diz que os zumbis refletem os nossos medos e por isso se evoluíram ao longo das últimas décadas. De acordo com ela, os zumbis originais refletiam o medo da sociedade em se tornar escravizada, diferente dos atuais que refletem o medo mais sobrenatural.
Julia de Guzman cita que no livro “American Zombie Gothic: The Rise and Fall (and Rise) of the Walking Dead in Popular Culture” o autor Kyle Bishop mostra como a insegurança e a incerteza cresceram nos EUA após os ataques de 11 de setembro, a gripe aviária, o furacão Katrina e os surtos de antraz. Tudo isso em um intervalo de pouco mais de cinco anos, o que coincide com as narrativas envolvendo os zumbis.
A ideia de encarar o medo nas artes remonta à Grécia Antiga, já que a população se mantém mais estável quando enfrenta aquilo que a aflige. Ao assistir ao caos nas telonas e telinhas, compreendemos como seria um mundo sem leis e passaríamos a aceitar mais confortavelmente o mundo real em que nós vivemos. Tanto que filmes como “Meu Namorado é um Zumbi” e séries como “iZombie” já mostram uma nova realidade: a de zumbis interagindo com a sociedade de maneira positiva.
"Meu Namorado é um Zumbi" mostra a relação de uma jovem com um morto-vivo

E aí, você concorda com a autora de que o aumento da exploração do tema é reflexo do nosso próprio interesse em vermos um mundo dominado pelo caos para podermos enfrentar os problemas reais? Fica a reflexão!

Existem animais gays?

A homossexualidade é um tema de constantes e acalorados debates em inúmeras sociedades. Aceito em algumas culturas e duramente reprimido em outras, o comportamento homoafetivo é tão antigo quanto a civilização humana mas saiba que ele não está condicionado apenas à nossa espécie.

O termo “homossexualidade” designa a característica ou qualidade de um indivíduo ou ser (humano ou não) que sente atração física e afetiva por outro do mesmo sexo. Ainda não há consenso sobre o que torna uma pessoa homossexual (que é uma orientação sexual que difere do padrão), mas existem teorias: uma que diz que a pessoa nasce gay, e outra que ela se torna – influenciada pelo ambiente e experiências. Mas será que só os seres humanos são homossexuais? Ou também existem animais gays?
De acordo com a maioria dos pesquisadores e estudiosos do comportamento animal, existem sim. Há, inclusive, animais que não só apresentam comportamentos homossexuais “de vez em quando”, como são gays por natureza por instinto! O primeiro livro que abordou de maneira científica o possível comportamento homossexual dos animais foi publicado no ano de 1999, por Burce Bagemihl.
bbod
Intitulado “Biological Exuberance”, o texto do livro cita inúmeros exemplos de relações homossexuais em uma vasta variedade de espécies, que logo viraram alvo de pesquisa e estudo para cientistas e especialistas em animais.

Fêmeas lésbicas do Macaco-japonês

Um desses estudos influenciados pelo livro de Bagemihl provou o quanto os animais podem também fugir do padrão heterossexual. Conduzido pelo psicólogo Paul Vasey, da Universidade de Lethbridge no Canadá, o estudo constatou um fenômeno interessante em algumas espécies de animais, como o macaco-japonês. Segundo a pequisa, durante o período de acasalamento o macho desse tipo de macaco tem que disputar a fêmea não só com outros machos, mas com outras fêmeas também.
bou
Os pesquisadores notaram que a fêmea do macaco subia uma em cima da outra e estimulava suas genitais esfregando-as na parceira. Depois disso, as duas tendiam a permanecer por semanas juntas.

Casal gay de Albatroz-de-laysan

Um outro grande exemplo que prova que a homossexualidade no reino animal é uma realidade, é o albatroz-de-laysan (encontrado no arquipélago americano do Havaí). O interessante dessa ave é que ela pode ser exclusivamente homossexual. Foi percebido que algumas fêmeas e machos do albatroz se unem a outros do mesmo sexo e passam a vida toda ‘casados’!
Segundo os cientistas, o comportamento da fêmea dessa ave que escolhe outra fêmea como par é a insuficiência de albatrozes machos e a necessidade de uma “ajuda” para chocar os ovos.
920

Carneiros gays

Do mesmo jeito são os carneiros domesticados. Segundo cientistas, 8% dos machos dos rebanhos desse animal prefere outros machos mesmo quando há fêmeas férteis no grupo, permanecendo juntos por muito tempo. Um dos pesquisadores responsáveis pela constatação, Simon LeVay, endossa que os carneiros selvagens não apresentam o mesmo comportamento diferenciado.
De acordo com sua tese, o animal domesticado foi gradativamente “manipulado” por criadores a produzir fêmeas que reproduzissem o mais frequentemente possível, o que pode ter possibilitado uma mudança nos machos. Tais machos dessa espécie demonstram, então, um claro atrativo para os outros do mesmo sexo no rebanho.
carneiros2

Golfinho nariz-de-garrafa

O golfinho é outro animal que pode manter um “relacionamento” homoafetivo de longa duração. O mamífero, em quesito de capacidade cognitiva e social é comparado ao chimpanzé e ao ser humano, e o mesmo também demonstra certa predisposição à homossexualidade.
Há um caso extraordinário de um par de golfinhos machos de mantiveram um “relacionamento amoroso” pelo tempo incrível de 17 anos! Ou seja, para eles parece não importar o sexo do parceiro para se manter uma relação.
golfinho-nariz-de-garrafa-620-size-598

Galo-da-serra peruano

No caso do Galo-da-serra peruano, uma ave rara de cor chamativa, foi percebido que cerca de 50% dos machos praticam o ato homossexual. Nessa espécie, diferente das outras, apenas os machos tendem à homossexualidade, onde os mesmos procuram aves do mesmo sexo apenas para “obter prazer”.
nb

Libélulas

Até os insetos como as libélulas apresentam comportamento homossexual. Foi constatada uma alta frequência de encontros entre libélulas do mesmo sexo, comportamento que possivelmente pode ser influenciado pela química ambiental e a falta de parceiros do sexo oposto.
libelula2

Jovens girafas gays

No caso das girafas, é fato que os jovens machos dessa espécie costumam ter contato sexual com outros do mesmo sexo antes de poderem ter relações com outras fêmeas. As atividades homossexuais incluem até beijo de língua e “abraços” pescoçudos.
A teoria é que o objetivo desses contatos é desenvolver familiaridade com as técnicas acasalamento que se concretizarão mais à frente.
fotos-de-animais-se-beijando-girafas

Pinguins

Um casal de pinguins gays num zoológico chamou a atenção depois de virarem até manchete no site The Star. Os pinguins, ambos machos, estabeleceram uma relação estável, e demonstraram até disposição em criar filhotes.
Os pinguins machos tentaram roubar ovos de casais heterossexuais, até que ganharam seu próprio ovo, que chocou e gerou um filhote que foi criado pelos dois.
pinguimgay1

Leão africano

Leões africanos machos já foram documentados mantendo relações sexuais com outros machos da mesma espécie, e existem inúmeros casos registrados em zoológicos e cativeiros de leões que abandonaram a fêmea para formarem um casal com outro leão.
O motivo para a “associação” homossexual de leões ainda é desconhecida pela ciência, mas acredita-se que, por serem felinos de grande porte e terem maior desejo sexual que algumas espécies, acabam encontrando em outro macho suas satisfações.
521

Bonobos e suas brigas de amor

Os bonobos são muito parecidos com os chimpanzés, e podem ser nossos parentes mais próximos. Eles vivem em colônias bem sociais e frequentemente se envolvem sexualmente com bonobos do mesmo sexo, protagonizando até brigas e desentendimentos por ciúmes de outros bonobos.
Segundo os estudos, esses encontros e brigas sexuais acontecem com frequência, e para as fêmeas que procuram outras fêmeas, isso aumenta o “status” na colônia.
bonobos
Um fator interessante é que, de todos os estudos realizados, um resultado foi unânime: as espécies que apresentavam comportamento homossexual não o faziam com finalidade de se reproduzir, mas sim de obter prazer! Ou seja, além de saírem do padrão heterossexual, a bicharada também pode praticar o ato sexual apenas por “diversão”.
Seguindo a linha de todos esses estudos que comprovaram que um animal também pode ser gay, é possível considerar que a sexualidade de um indivíduo pode variar naturalmente (passando longe de ser uma “anomalia”), e que taxar o comportamento homoafetivo de “aberração” é simplesmente ignorância e imposição à vontade da natureza.

Como o gato consegue sobreviver a grandes quedas?

Quem tem gato ou já conviveu com um, sabe que os felinos têm habilidades surpreendentes. Se escondem, saltam de lugares altos, abrem portas e entram em lugares minúsculos. Os felinos também são capazes de ficar nas posições mais estranhas possíveis, não é mesmo?

Você já parou para pensar que um gato é capaz de sobreviver a queda de um prédio? Isso aconteceu com uma gata na cidade de Boston, Estados Unidos, depois de uma queda de 19 andares. Essa história levantou a questão de como os gatos conseguem escapar vivos de quedas de grandes alturas. A dona de Sugar, tinha deixado uma janela entreaberta para que a gata se refrescasse, mas ela saiu e caiu em um gramado.
Mas qual é o motivo para que um felino sobreviva a queda de grandes alturas? E tem mais! Em muitos casos eles saem sem nenhum arranhão. Confira!
habilidades-e-funcoes-corporais-animais-incriveis-1Há uma razão para dizermos que os gatos têm sete (ou nove) vidas. Segundo biólogos e veterinários, a habilidade dos gatos de sobreviverem a estas grandes quedas é uma questão simples de física, biologia da evolução e fisiologia.
Em um estudo realizado em 1987, que analisou casos de 132 gatos que caíram de grandes alturas e foram levados para uma clínica veterinária especializada em emergências em Nova York, os cientistas observaram que 90% dos animais sobreviveram e apenas 37% precisaram de atendimento de emergência para continuar vivos. Um dos gatos, que caiu de uma altura de 32 andares diretamente no concreto, teve apenas um dente quebrado e um problema no pulmão. Ele foi liberado 48 horas depois. Dá para acreditar?
A natureza também construiu os gatos de forma que eles são praticamente imunes a quedas. Isso não apenas significa que eles podem cair de uma árvore e sair ilesos; um gato poderia até mesmo sobreviver a queda de um avião! Mas não tente jogar um de lá de cima, isso provavelmente vai chateá-lo. Mas porque eles têm essa resistência? Será que seu corpo é flexível o bastante para isso?
pordentroAlguns cientistas afirmam que os corpos dos gatos foram construídos para resistir a quedas, desde o momento em que estão em pleno ar até o instante em que atingem o chão. Isso porque, eles possuem uma área de superfície do corpo grande em relação ao peso, o que reduz a força com que chegam ao chão em uma queda. A velocidade máxima alcançada por um gato em queda é menor comparada a humanos e cavalos, por exemplo.
Você sabia que todos os gatos têm uma velocidade terminal de cerca de 96 km/h? Nem perto da velocidade de 193 km/h de animais maiores. Para um gato, não há praticamente nenhuma diferença entre uma queda de 15 metros e uma queda de 1.500 metros, exceto que ele vai ficar no ar por alguns segundos a mais. Curioso, não?
Estranhamente, uma queda de quatro andares é estatisticamente mais perigosa para um gato do que uma queda de 40 andares. Isso mesmo! A probabilidade de lesões após sete andares é bem menor para os felinos porque a maioria dos gatos atinge sua velocidade terminal a essa distância, permitindo-lhes se preparar adequadamente para a queda.
Vale lembrar que gatos são animais que vivem, essencialmente, em árvores. Quando não vivem em casas ou nas ruas de uma cidade, eles tendem a viver em árvores. Biólogos afirmam que, sendo assim, cedo ou tarde eles acabam caindo. Os processos evolutivos deram a eles a capacidade de sobreviver a quedas.

A galinha gótica que tem a pele, carne, ossos e órgãos completamente negros

Parece montagem mas não é. Esse animal realmente existe. Essa galinha gótica e meio assustadora se chama “Ayam Cemani”. Ela é de uma raça rara e relativamente moderna de frangos. Ela tem origem na Indonésia.
Sua cor se deve a um gene dominante que faz com que haja hiperpigmentação em sua pele, penas e até mesmo nos órgãos internos. O nome Ayam significa “galinha” em indonésio e Cemani significa “completamente preto” em javanês. Um nome literal para uma criatura tão exótica.
A raça surgiu na ilha de Java, Indonésia e foi usada durante muitos séculos para rituais religiosos e místicos. Quem identificou essa espécie pela primeira vez foram os colonos holandeses. Sua comercialização começou na Europa em 1998 pelo criador holandês Jan Steverink.
31
Atualmente, só existem estoques dessa galinha gótica e sobrenatural na Holanda, Alemanha, Eslováquia e República Checa. Existem algumas variedades da Ayam Cemani. Uma das mais conhecidas é a galinha preta sueca. Acredita-se que a Ayam Cemani pode ter sido introduzida na Europa há séculos atrás durante a era das grandes navegações.

Características

30
As aves são completamente negras: sua plumagem preta tem um brilho esverdeado, seus pés e unhas dos pés são pretos, bico preto e língua, crista preto e acácias; até mesmo sua carne, ossos e órgãos são completamente pretos. A exceção fica na cor do sangue: o sangue da Ayam Cemani é normal (embora seja mais escuro).
A cor preta do pássaro ocorre como resultado do excesso de pigmentação dos tecidos, causada por uma condição genética conhecida oficialmente como fibromelanose. Este gene também é encontrado em algumas outras raças galinha preta. Sim, existem outras galinhas similares! Os galos dessa espécie pesam entre 2 e 2,5 kg e as galinhas de 1,5 a 2 kg. As galinhas põem ovos de cor creme com uma leve tonalidade rosa, apesar de raramente chocarem seus ovos. Cada ovo pesa em média 45 g.

Preço e lendas

32
Essas galinhas são extremamente caras. Cada ave custa aproximadamente US$ 2.500. No exterior ela é conhecida como “Lamborghini das galinhas caipiras”. Devido a preocupações com a gripe aviária, essas aves são uma raridade em muitos países fora da Indonésia.
Avicultores asiáticos dizem que as galinhas são amigáveis e famosas pelos seus poderes místicos de sua carne preta. Na região, acredita-se que a escuridão da galinha a torna uma ponte ideal entre o mundo sobrenatural e humano.
A melanina é produzida por melanócitos na camada inferior da epiderme. A melanina é uma classe de pigmento responsável pela produção de cor no corpo em locais tais como o os olhos, pele e pelos. Como o corpo dos humanos e animais envelhece, a distribuição de melanócitos torna-se menos difusa e sua regulação menos controlada pelo corpo.
33
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? 

Quando foi e quem criou a Bíblia?

Imagine um livro escrito milênios atrás mas que ainda é capaz de moldar a vida de bilhões de pessoas ao redor do mundo mesmo com o passar incessante do tempo. Um livro que relembra o passado, descreve o presente e prevê o futuro, que dita normas, padrões e toma uma personalidade humana como ícone máximo. Agora, se pergunte: quem teria escrito um livro tão incrível?


Obviamente você já percebeu que estamos falando da Bíblia, possivelmente o livro mais importante de todos os tempos – e o mais vendido também. Ela é a pedra fundamental do Cristianismo, trouxe os fundamentos do Judaísmo e influenciou também o surgimento do Islã.
Podemos afirmar que, além de ditar os princípios morais e éticos cristãos, a Bíblia descreve reinos e povos, conta histórias de guerras épicas e conquistas de forma cronológica e expõe conceitos filosóficos e sociais. Ou seja, um livro tão abrangente não poderia ter saído de uma única mente. É aí que surge a questão: Quando e por quem foi criada a Bíblia?
Segundo a tradição religiosa cristã, os cinco primeiros livros do Antigo Testamento (que o Judaísmo chama de Torá e o Catolicismo chama de Pentateuco) teriam sido obra de Moisés por volta do ano 1200 a.C. Já os Salmos teriam sido escritos por Davi, e Samuel seria o autor de Juízes. Entretanto, talvez não seja essa a completa verdade.
pregação Bíblia
As histórias que vemos atualmente na Bíblia derivam principalmente de antigas lendas surgidas na chamada “Terra Prometida”, ou Canaã, que hoje corresponde ao Líbano, Palestina, Israel e pedaços da Jordânia, do Egito e da Síria. Porém, descobertas recentes revelam que, na maior parte do tempo, Canaã não foi um Estado, mas uma sim uma terra sem fronteiras habitada por vários tipos de povos, e o povo hebreu era apenas um entre muitas tribos que andavam por ali. Por isso, sua cultura e seus escritos foram influenciadas por vizinhos cananeus, que viviam ali desde o ano 5000 a.C. E eles não foram os únicos a influenciar as histórias do livro sagrado.
A Bíblia também nos leva aos antigos sumérios, que no 3º milênio a.C. escreveram a famosa Epopéia de Gilgamesh. Essa história fala sobre uma grande enchente que devastou o mundo e na qual apenas os justos se salvam construindo uma gigantesca embarcação. A semelhança com a história bíblia do dilúvio é notável.
hqdefault (1)
Mas foi entre os séculos X e IX a.C. que os hebreus começaram a colocar esse misto cultural de relatos no “papel”. A primeira versão das Escrituras Sagradas foi produzida por volta de 1000 a.C. e corresponde à maior parte do que hoje são os livros de Gênesis e o Êxodo. Nos livros em questão, o tema principal é a relação passional entre Deus e o homem.
O Todo-Poderoso chega a fazer tratos com o homem, conversa de igual para igual e até dá bronca! Entretanto, logo no começo da Bíblia, já existiu uma divergência sobre o papel do homem e do Senhor na história toda: o personagem principal, Deus, é tratado por dois nomes diferentes.
Elohim e Yahweh, esses eram os nomes relacionados ao Todo-Poderoso. Em algumas partes ele é chamado de Yahweh – que seria seu nome real (traduzido em português como Javé ou Jeová). Em outros pontos, Deus é chamado de Elohim, um título mais formal e distante (que pode ser traduzido simplesmente como “Deus”). Moisés teria escrito tudo por si mesmo, segundo os mais conservadores, e usou os dois nomes simplesmente porque quis. Mas uma parte do texto narra a morte do próprio Moisés. Isso indica que ele não é o único autor.

images

Há indícios de que os trechos que falam de Javé sejam os mais antigos, escritos numa época em que a religiosidade era menos formal. Pelo nome que usa para se referir a Deus (Javé), o autor desses trechos foi apelidado de “Javista”. Já o outro autor, que teria vivido por volta de 850 a.C., é chamado de “Eloísta”. Todas essa denominações surgidas por causa do jeito que cada um se referia a Deus.
A versão final e “editada” do Pentateuco surgiu por volta do ano de 389 a.C., quando um religioso chamado Esdras liderou um grupo de sacerdotes que mudaram radicalmente o judaísmo (partindo das Escrituras). Eles editaram os livros anteriores e escreveram a maior parte dos livros Deuteronômio, Números, Levítico e também um dos pontos principais da Bíblia: os famosos 10 Mandamentos.

manuscrito

A Bíblia é um tão livro tão complexo, antigo e miscigenado que tomá-lo ao pé-da-letra de capa a capa seria, além de fundamentalismo e extremismo, total burrice. Afinal, você não querer sair por aí apedrejando prostitutas, deixando a barba crescer infinitamente e outras coisas do tipo, vai? Foi provado que o livro sagrado já foi alterado, reescrito e até fraudado. O que nos resta é pegar dela o que há de bom e praticar um de seus principais mandamentos: o amor ao próximo.

Quatro relatos de pilotos comerciais que teriam avistado OVNIs durante os voos

Considerando que milhares de aeronaves comerciais decolam todos os dias pelo mundo — existem estatísticas que estimam que o número ultrapassa os 100 mil voos diários —, não é de se estranhar que alguns pilotos e tripulações tenham encontros ocasionais com objetos voadores não identificados, você não acha?
A verdade é que há vários relatos de avistamentos intrigantes, e a seguir você poderá conferir quatro testemunhos — selecionados a partir de um artigo de David Tormsen, do portal ListVerse — que nós aqui do 'Você Sabia?' separamos:

1 – Explosão multicolorida

No final da década de 80, durante um voo que ia de Kansas City a Waterloo, no estado de Iowa, depois que a aeronave alcançou a altitude de 4,5 mil metros, o copiloto Andrew Danziger percebeu que havia um disco branco visível através das nuvens no céu. Tanto ele como o comandante avistaram o objeto e, após descartarem a possibilidade de que podia ser a Lua, os dois seguiram com suas atividades enquanto ficavam de olho no círculo luminoso.
Andrew Danziger foi piloto de Obama em 2008
Publicidade
</div> <div id='passback-wba09fb09d2'></div>
Cerca de 20 minutos mais tarde, Danziger se deu conta de que o disco branco havia se transformado em uma enorme bola vermelha que flutuava acima da linha das nuvens e que se mantinha em uma trajetória paralela à do avião. A aeronave então desceu 500 metros, o círculo que a acompanhava a certa distância desapareceu entre as nuvens, e o comandante e o copiloto testemunharam uma explosão de luzes multicoloridas.
Segundo Danziger, após esse intrigante evento, as nuvens, as luzes e o disco vermelho desapareceram de vista. E, quando a tripulação entrou em contato com os controladores de tráfego aéreo para informar sobre o incidente, os profissionais contaram que não haviam detectado qualquer anomalia nos radares.
Além disso, os controladores sugeriram que o caso fosse relatado para a National UFO Reporting Center — uma organização norte-americana que investiga casos de avistamentos de OVNIs — como se isso fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Aliás, depois de descrever o ocorrido, o pessoal da organização explicou que eles frequentemente recebiam testemunhos semelhantes de outros pilotos.

2 – O OVNI de Bariloche

O caso que vamos contar a seguir ocorreu em Bariloche, na Argentina, em meados da década de 90. Tudo aconteceu em uma noite de inverno, enquanto a cidade sofria com um apagão elétrico, e o voo 674 das Aerolíneas Argentinas — que transportava 102 passageiros e três tripulantes — se aproximava para pousar no aeroporto local. A aeronave se encontrava a 3 mil metros de altitude quando, de repente...
Um disco luminoso cuja trajetória desafiava as Leis da Física se aproximou e começou a acompanhar o avião. Os controladores de tráfego aéreo relataram que os instrumentos ficaram malucos, e o objeto voador chegou a ser avistado não só pelas pessoas que se encontravam no voo, mas também pelo pessoal em terra e pela polícia quando a aeronave se encontrava a apenas 600 metros do solo.

Segundo o piloto, minutos antes de pousar, depois de ter recebido autorização da torre, ele notou uma luz branca que se movia rapidamente em sua direção, parando bruscamente a 100 metros de distância diante do avião. Quando o comandante começou a manobrar novamente, o objeto fez uma curva estranha e passou a acompanhar a descida, se posicionando ao lado da aeronave.
O OVNI — que tinha o tamanho de um avião — também mudou de cor, e o piloto descreveu que ele tinha um par de luzes verdes na traseira e um brilho intermitente e alaranjado no centro.
O comandante também contou que, ao tentar pousar, as luzes da pista se apagaram, o que o obrigou a arremeter, e o objeto fez a mesma manobra, só que a uma velocidade alucinante, e ficou parado a uns 3 mil metros de altitude esperando a aproximação do avião. Por fim, quando a aeronave recebeu nova autorização para pousar, o OVNI simplesmente desapareceu em alta velocidade.

3 – O incidente de Labrador

De acordo com o comandante James R. Howard — antigo piloto da Força Aérea Real Britânica—, durante uma viagem de Nova York a Londres em 1954, o Boeing 377 Stratocruiser da companhia British Overseas Airways Corporation que ele pilotava foi cercado por diversos objetos voadores não identificados enquanto a aeronave sobrevoava a cidade de Labrador, no Canadá.

Segundo ele explicou, não se tratava de uma única nave, mas sim de um objeto maior acompanhado por vários objetos menores que voaram ao lado do Boeing por uma distância de 130 quilômetros — ou o equivalente a 18 minutos. Além disso, conforme disse Howard, as naves mudaram sua formação algumas vezes durante o trajeto.
E além de o incidente ter sido acompanhado pela tripulação — e até por alguns passageiros do Boeing —, o encontro ainda teria sido registrado pelos radares da Força Aérea dos EUA situados em Labrador. Embora Howard estivesse convencido de que o que eles presenciaram foi um encontro real com OVNIs, algumas teorias foram propostas para explicar o que aconteceu.
O pesquisador belga Wim Van Utrecht, por exemplo, acredita que poderia ser o caso de um grande bando de pássaros — possivelmente estorninhos — voando em formação. No entanto, o problema dessa explicação seria a altitude, já que os animais não costumam voar tão alto, sem falar na velocidade, especialmente porque os objetos teriam acompanhado o avião de Howard por mais de 100 quilômetros.

4 – Avistamentos em Washington

Na verdade, o caso que vamos contar agora não se refere a apenas um único relato — mas sim a vários testemunhos. O incidente aconteceu em 1952 e começou quando os controladores de tráfego aéreo do Aeroporto Nacional de Washington identificaram uma porção de sinais estranhos no radar e contataram aviões comerciais na área para checar se os pilotos haviam visto algo de estranho.

Um dos pilotos respondeu, dizendo ter visto diversas luzes que pareciam estrelas cadentes se movendo rapidamente em várias direções. Outro comandante também se pronunciou, relatando que uma luz o havia seguido enquanto sua aeronave se aproximava de seu destino — e não demorou até que vários jatos de guerra fossem mobilizados para investigar.
Os caças não encontraram nenhuma irregularidade, mas, uma semana depois, os sinais voltaram a aparecer nos radares. Dessa vez, no lugar de contatar aviões comerciais, os controladores de voo enviaram aviões militares para descobrir o que estava acontecendo, e os pilotos contaram que perseguiram luzes estranhas que se moviam incrivelmente depressa.

Inclusive existem rumores de que o então presidente norte-americano — Harry Truman — chegou a autorizar os pilotos a abater os objetos. No entanto, a ordem teria sido retirada depois que diversos cientistas (entre eles ninguém menos do que Albert Einstein) alertaram que o ato poderia ser interpretado como uma quebra das leis universais de hospitalidade, resultando em os aliens devolvendo a “gentileza”.
Sejam rumores ou não, o fato é que a explicação da Força Aérea dos EUA é que as interferências luminosas registradas pelos radares provavelmente foram provocadas por inversões de temperatura.
Segundo essa teoria, bolsões de ar frio formados sob o ar quente durante o verão fariam com que os sinais emitidos pelos equipamentos batessem em objetos — como carros e torres de transmissão — localizados na superfície, aparecendo nas telas dos radares como se eles estivessem a vários metros de altitude.

Para provar que estava sendo seguido por um óvni, garoto filma tudo [vídeo]

Quando você é uma criança de nove anos e diz para os seus pais que um objeto voador está te seguindo há alguns dias, ninguém vai acreditar. Agora, quando você é uma criança de nove anos que está sendo seguida por um objeto voador não identificado e tem em suas mãos um celular com câmera, talvez seus pais comecem a ouvir melhor a sua história.

O vídeo que você vai ver abaixo foi gravado por um garoto que estava cansado de ouvir que tem uma boa imaginação. As imagens mostram, de fato, um objeto voador estranho sobre o menino. O óvni muda de direção e, inclusive, parece mudar de formato antes de desaparecer completamente.


Alguns experts no assunto acreditam que criaturas extraterrestres têm certa preferência por crianças quando o assunto é abdução e, por isso, os pais do garoto, que antes não acreditavam nele, agora estão assustados e com muito medo. O fato é que, como na maioria dos casos envolvendo possíveis óvnis, ainda não há uma conclusão sobre o assunto.

Você conhece a enigmática Pedra de Roswell, supostamente feita por ETs?

A possibilidade de vida inteligente fora da Terra é algo que fascina inúmeros pesquisadores mundo afora, e qualquer artefato que possa “comprovar” alguma tentativa de comunicação com seres do espaço gera enorme burburinho na mídia – principalmente se ele permanecer como um mistério.

Desde o Caso Roswell, em 1947, os ufólogos ficaram em polvorosa com a possibilidade de, enfim, termos contatado uma nave alienígena e capturado seus tripulantes. Apesar de nenhuma prova concreta ter surgido desde então, a história entrou no imaginário popular – tanto que muita gente acredita que o governo norte-americano esconde o que foi encontrado na misteriosa Área 51.
Atualmente, a cidade de Roswell respira a fama que adquiriu desde o suposto acidente extraterrestre de quase 70 anos atrás. E foi ali perto, no meio do deserto do estado do Novo México, a 18 km de onde teria caído a aeronave, que um senhor alega ter encontrado um artefato curioso, que ficou conhecido no meio paranormal como a Pedra de Roswell.

Descoberta

Em setembro de 2004, o empresário Robert Ridge foi caçar cervos no deserto. Seria mais um dia comum na sua vida, caso ele não tropeçasse, literalmente, em um artefato pra lá de estranho. Enterrada na areia do local, com apenas um pedaço aparecendo, estava uma curiosa pedra, com enigmáticas inscrições na sua superfície.
Medindo 4 cm de espessura e 5 cm de comprimento, a rocha continha desenhos geométricos que remetiam a luas e sóis. E o mais incrível de tudo: a imagem era idêntica a de símbolos que apareceram em uma plantação na Inglaterra, a milhares de quilômetros dali, em 1996. Seria apenas uma cópia vinda de uma cidade que cultua o misticismo extraterrestre há quase sete décadas?

Agroglifo

Os ufólogos que pesquisaram o círculo na plantação inglesa disseram se tratar de um dos mais perfeitos agroglifos já surgidos em todo o mundo. Ele foi descoberto por um piloto e um passageiro que sobrevoaram a plantação de milho duas vezes: na primeira, estava tudo normal; meia hora depois, ao retornarem pela mesma rota, a imagem estava lá. Quem teria feito?
A figura é idêntica à que está na rocha encontrada quase uma década depois nos EUA. Muitos céticos acreditam que ela foi falsificada por alguém que queria notoriedade, só que a técnica de jateamento de areia, usada para tal fim, era ineficaz. Seria necessário avançadas tecnologias a laser para produzir tais inscrições. Daí surge a pergunta: se é criação humana, por que ela seria jogada no meio do deserto onde poderia ficar perdida para sempre?
Vários especialistas, inclusive, tentaram recriar a rocha em laboratório e não conseguiram imitar os acabamentos perfeitos. Para piorar, o material da pedra é diferente do encontrado no deserto e possui estranhas propriedades eletromagnéticas dificílimas de serem falsificadas – quem conseguiria abrir a rocha para colocar um ímã lá dentro sem deixar nenhum vestígio na sua superfície? Posteriores estudos radiográficos mostraram que o artefato é maciço, sem nenhum ímã em seu interior.

Chave ou calendário?

A Pedra de Roswell, como ficou conhecida, ser magnética nem é tão bizarro – isso se ela contivesse bastante ferro em sua composição, o que não é o caso. Em contato com um algum ímã externo, a pedra pode girar nos sentidos horário e anti-horário. Seria outro mero acaso da natureza?
Além disso, seu formato levemente triangular parece se encaixar perfeitamente na mão, e isso parece ter criado uma forte ligação “paranormal” com o seu descobridor: Robert Ridge ficou profundamente perturbado emocionalmente quando um pedaço da rocha foi retirado para análises em laboratório. Será que existe alguma conexão psíquica do artefato com o seu “dono”?
Alguns estudiosos de vida extraterrestre acreditam que a Pedra de Roswell pode ser alguma espécie de chave – mas ninguém sugere qual seja a fechadura. Já outros ufólogos defendem que as inscrições podem significar algum tipo de data: seria a inscrição de quando faremos um contato alienígena? Pelo jeito, esse vai continuar sendo mais um mistério para os teóricos dos antigos astronautas...

E agora? Será que se trata de uma das maiores fraudes alienígenas de todos os tempos? Ou será que seres de outro planeta estão realmente tentando entrar em contato com a civilização humana?

Documento online mais acessado da história do FBI fala de discos voadores

A fascinação pela busca de vida inteligente fora da Terra faz os amantes da ufologia procurarem pistas igual a quem procura agulha em um palheiro. Qualquer tipo de informação pode trazer uma nova luz ao assunto, mesmo que nem sempre as informações sejam muito precisas.

É o caso de um documento de 22 de março de 1950. Chamado de “memorando Hottel”, o arquivo já foi visto quase 1 milhão de vezes desde que o FBI o divulgou em uma plataforma online de registros públicos. Mas o que tem de tão especial nesse arquivo?
Ele foi escrito por Guy Hottel, responsável pelo escritório do FBI em Washington na época, e endereçado a J. Edgar Hoover – o então diretor-geral do FBI e um dos maiores nomes de todos os tempos da corporação. No memorando, Hottel relata a conversa que teve com um investigador da Força Aérea norte-americana em que “alguém” teria contado a ele sobre acidentes envolvendo discos voadores.
Agente especial Guy Hottel, do FBI, enviou um memorando em que conta a conversa que teve com um investigador da Força Aérea
Publicidade
</div> <div id='passback-wb1a3bd81d8'></div>

I want to believe

Como você já pode perceber, trata-se de um grande telefone sem fio. “Alguém” diz para o investigador, que disse para Hottel, que disse pra Hoover, que arquivou o memorando sem dar muita importância ao relato. Mais de seis décadas depois, porém, o documento reacende a discussão sobre a existência de extraterrestres.
“Eles [os discos] foram descritos como sendo de formato circular e com a parte central levemente levantada. Cada disco tinha aproximadamente 50 pés [15 metros] de diâmetro e era ocupado por humanoides de formato característico, mas com apenas 3 pés [90 centímetros] de altura. Eles vestiam um tecido metálico com uma textura muito fina”, descreve o memorando Hottel.
O documento todo parece ter saído de algum capítulo de “Arquivo X”, mas o FBI garante que não se pode usá-lo como prova da existência de alienígenas, já que a história contada por Guy Hottel sequer foi investigada. Os relatos também não devem ser comparados ao suposto incidente em Roswell, em 1947, já que J. Edgar Hoover ordenou a investigação de qualquer suspeita alienígena após esse caso – e se ele não fez nada com a história narrada por Hottel, era porque não havia indício algum da credibilidade do relato.
Memorando do FBI que fala de discos voadores é o mais acessado em plataforma online

Quem era o informante?

Alguns detalhes corroboram com a negação do FBI. Primeiro que os relatos oculares do acidente de Roswell fazem referência a naves destruídas no deserto do Novo México, e não a três espaçonaves intactas, cada uma delas com três supostos alienígenas. Além disso, apesar de o FBI ter disponibilizado esses documentos na plataforma online Vault em 2011, a história desse relato de Guy Hottel já circula entre os ufólogos desde o final da década de 1990. Será que o FBI não iria suprimir esse documento se ele tivesse alguma credibilidade? Ele sequer é tratado como “Top Secret”, mas, sim, um memorando comum para o FBI!
Para piorar, o nome do informante de Hottel nunca foi divulgado oficialmente, mas especialistas acreditam que se trate de Silas Newton, que fabricou várias provas mentirosas sobre a existência de extraterrestres a ponto de ser preso em 1952 por fraude – ele teria contado a mesmíssima história para Frank Scully, um dos escritores da revista Variety na época.
Silas Newton (esquerda) teria contado a história ao escritor Frank Scully (direita) e preso por inventar provas mentirosas da existência alienígena

Conheça a história mais horripilante do mundo envolvendo abdução alienígena

Atenção: as imagens contidas nesta matéria podem ser muito chocantes para pessoas sensíveis. Pense bem antes de conferir a galeria.
Casos de pessoas que dizem terem sido abduzidas por alienígenas se proliferam em vários cantos do mundo. E uma das histórias mais assustadoras aconteceu aqui no Brasil.


Em 1988, o corpo de um homem foi encontrado às margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo. Ele apresentava um nível de brutalidade que chocou os investigadores: foram removidos o olho e o ouvido esquerdos, os lábios, a língua, o esôfago e o osso do maxilar. A precisão cirúrgica levou os investigadores a acreditarem que quem estava por trás desse crime hediondo tinha conhecimento avançado da anatomia humana.
Os especialistas do Instituto Médico Legal de São Paulo, na época, arquivaram o caso. Eles apenas concluíram que a tecnologia para tais ferimentos era muito moderna para a medicina. Quem tinha feito aquilo permaneceria um mistério.

Caso gera interesse de especialista em mutilação de animais

Cinco anos depois, a professora espanhola Encarnación Zapata Garcia tomou conhecimento do caso de Guarapiranga e resolveu investigá-lo. Na época, ela estudava estranhas mortes de animais nos EUA que tinham em comum a presença de marcas assustadoras e que, “por acaso”, eram parecidas com as encontradas no misterioso assassinato de 1988 aqui no Brasil.

“A semelhança entre os cortes e ferimentos no cadáver e os cortes em animais mutilados por ETs em todo o planeta era impressionante, tanto que estranhei que Rubens, um médico, não tivesse ido adiante com uma investigação sobre o assunto”, escreveu a professora na época.

Ela menciona Rubens Sérgio Góes, dermatologista que ficou conhecendo o caso através de seu primo, Rubens Silvestre Marques, que trabalha como perito criminal. Na ocasião, os especialistas acreditavam que o cadáver tivesse sido atacado por urubus e, por isso, apresentava as marcas misteriosas.


Ausência de sangue.

A precisão cirúrgica com que algumas partes do corpo haviam sido retiradas assustou Encarnación. Além das citadas no começo desta matéria, o saco escrotal, o ânus e o reto tinham sido extraídos; e, através de uma perfuração de apenas 3 centímetros no umbigo, as vísceras do cadáver também foram removidas.

Orifícios simétricos de apenas 2 centímetros foram responsáveis pela retirada de músculos do braço. E o mais assustador de tudo: apesar de toda a violência, nenhuma gota de sangue foi encontrada no corpo do homem, que aparentava 40 anos, nem em sua cueca – a única peça de roupa que ele usava.

A conclusão dos peritos é de que as perfurações foram sistemáticas e rápidas, feitas enquanto o indivíduo ainda estava vivo. Eles sugerem que uma fonte desconhecida de calor ou de laser tenha sido usada para fazer os buracos usados para a retirada dos órgãos.

Confira as fotos do cadáver na galeria abaixo. Atenção: novamente alertamos que são imagens com forte conteúdo gráfico, que podem causar mal-estar em pessoas sensíveis. Tenha certeza antes de clicar nas setas e conferir o restante das fotos.















Quem teria cometido tamanha atrocidade?
O caso foi relatado pela primeira vez na Revista UFO, em setembro de 1993. Por se tratar de uma publicação destinada aos amantes da busca extraterrestre, o crime não chegou ao conhecimento da população com todos os detalhes que haviam sido descobertos. O mesmo veículo noticiou a história outras vezes, normalmente com ufólogos questionando a veracidade das informações.

Os defensores do caso alegam que o homem morreu de ataque cardíaco durante a operação que culminou na retirada de seus órgãos e pedaços de seu corpo. Para eles, quem fez isso não tinha nenhuma consideração moral pelo ser humano e por isso não se importou com o sofrimento infligido ao homem durante a operação. E quem seria tão cruel a esse ponto? Alienígenas, é claro.

Mas será mesmo culpa dos alienígenas?

Apesar das provas apresentadas, muita gente não acredita que o caso se trate de algum tipo de abdução ou experiência alienígena. Os ufólogos Claudeir e Paola Covo, por exemplo, defendem que o corpo foi atacado por animais, como ratos e urubus, e por isso apresentava as marcas encontradas.

A mesma conclusão é apontada por alguns especialistas que analisaram as fotos do cadáver. A identidade do homem foi revelada: Joaquim Sebastião Gonçalves, de 53 anos, que sofria do mal de Chagas e de epilepsia. Ele teria entrado na represa apenas de cueca, nadado até a outra margem e sofrido um ataque.

Lá, ele teria sido devorado, ainda vivo, por animais como ratos, urubus e formigas até sucumbir à morte por um ataque cardíaco. Testemunhas que moram perto da represa de Guarapiranga alegam ter encontrado o corpo coberto de urubus.



E agora? Quem estará falando a verdade? As pessoas que acreditam que Joaquim Gonçalves passou por experimentos alienígenas ou as que dizem que ele foi atacado por animais necrófagos? Deixe sua opinião!