Mostrando postagens com marcador Biologia. Mostrar todas as postagens

Técnica promete acabar com a agonia de seu cão nas festas de fim de ano

Ah, o final de ano, período de festas com muitas comemorações, muita bebida, comida e outras coisas, como o show de fogos de artifício… Quem não gosta? Bem, nem todos realmente se sentem à vontade com os estouros e explosões dessa época. Você inclusive já deve saber de quem estamos falando: dos nossos cães.

Com certeza elas são muito úteis, mas há uma técnica que vem sendo divulgada na internet que promete ajudar ainda mais os seus bichinhos a passarem um final de ano tranquilos.
A tellinton touch, como é chamada, consiste em amenizar o sofrimento dos animais com ajuda de um pano, que deve ser enrolado no corpo dos cães de maneira estratégica. O intuito é que as faixas pressionem e estimulem toda a circulação sanguínea do corpo do animal, suavizando principalmente as tensões nas regiões traseiras, patas e orelhas. Isso tende a diminuir a irritabilidade dos animais, pois se sabe que os que sentem medo de estouros e explosões também possuem grande sensibilidade nesses locais. Veja como fazer na figura abaixo:

Publicidade
</div> <div id='passback-wb218af350a'></div>

Mas será que essa técnica realmente funciona?

Há quem diga que sim, segundo uma publicação do Guia SOS Solteiros, a pequena pressão exercida pelo pano ativa o sistema nervoso autônomo dos animais. Com isso, a informação sensitiva é enviada ao cérebro e faz com que os cães se acalmem. O segredo é que o físico e o psicológico entram em harmonia e deixam os pets mais seguros para enfrentar momentos como os das festas, que lhes causam enorme pavor. Segundo a bióloga com foco em psicologia e especializada em comportamento animal da empresa Ethos Animal Helena Truksa, os cães tendem a se sentir melhores porque lugares pequenos e apertados lhes dão mais segurança. As faixas presas ao corpo e os produtos fabricados para esse fim proporcionam exatamente essa sensação.

No entanto a médica ressalta que essa alternativa não pode ser considerada a grande saída para a aflição dos animais. Ela lembra que há uma variação de cada bicho com relação aos níveis de seus medos e inseguranças, por isso, não há garantias de que a técnica vá funcionar em todos os casos.

Outra visão defende que não

O médico veterinário e diretor técnico da empresa Health for Pet José Roberto Souza Ribeiro, em entrevista ao portal R7 Mulher, afirmou que não acredita que a técnica realmente funcione. Ele argumenta que o pano segura o animal e por isso evita que fique pulando. No entanto, nada disso serviria para realmente acalmar o cão.


Ribeiro defende que o resultado do pano enrolado no corpo do cachorro é apenas melhor para o dono, que não vê a agonia do animal. Enquanto o bicho permanece parado, parecendo calmo, na verdade continua aflito.
E você, já conhecia a técnica? Já usou no seu animal de estimação? Como foi? Não deixe de relatar como foi essa experiência nos comentários.

Cientistas geram imagens a partir do som emitido pelos golfinhos [vídeo]

Como você sabe, os golfinhos contam com um sofisticado sistema de ecolocalização — ou biossonar — para detectar obstáculos e perseguir suas presas.

Esse sentido se baseia na emissão de sons na forma de cliques e estalidos ultrassônicos (na faixa dos 150 kHz) que se propagam pelo ambiente, “batem” nos objetos ou corpos e voltam aos golfinhos, que interpretam as informações e calculam a distância entre eles e seus alvos.

Esse sistema é extremamente aguçado e bem conhecido dos cientistas. No entanto, de acordo com M.R. Paxson, do portal Conceptual Revolutions, agora um time de pesquisadores diz ter descoberto que é possível gerar imagens a partir dos sons emitidos por esses incríveis animais. Isso significa que os estalidos e cliques produzidos pelos golfinhos através da ecolocalização podem dar origem a figuras que serviriam como base para a comunicação desses cetáceos.

Comunicação por imagens

Segundo Paxson, os cientistas acreditam que, se eles estiverem corretos, a descoberta permitiria que um dia os humanos compreendessem e “conversassem” com os golfinhos por meio da linguagem que esses animais usam para se comunicar.
Os pesquisadores fizeram a descoberta após estudar a comunicação entre golfinhos por mais de dez anos. Conforme explicaram, eles perceberam que animais que não eram expostos à ecolocalização eram capazes de identificar objetos com 92% de precisão a partir da gravação de sons emitidos por outros golfinhos. Foi então que os cientistas decidiram “ver” o que havia nesses ruídos.

A pesquisa foi conduzida no Dolphin Discovery Centre, localizado em Puerto Aventuras, no México, e os cientistas conseguiram gerar a imagem de um homem submerso através de uma combinação de tecnologias e de um equipamento chamado CymaScope. A pessoa da figura é Jim McDough, um dos integrantes do time, e o golfinho encarregado de “ecolocalizá-lo” foi Amaya, uma das fêmeas que participaram do estudo. Veja no vídeo a seguir:
De acordo com um dos pesquisadores, a primeira imagem aparece pouco nítida porque os ruídos emitidos por Amaya foram de curta duração. No entanto, depois de os cientistas tratarem a imagem, eles conseguiram distinguir a silhueta de Jim “impressa” na água, revelando o que eles acreditam ser o que o golfinho “viu” por meio do biossonar.
O mais interessante é que o time acredita que, se uma sequência mais longa de cliques e estalidos for avaliada, eles conseguirão transformar os sons em mais imagens — e usá-las como quadros para criar um filme em tempo real do que o golfinho em questão estiver “vendo” com a ecolocalização.
Os pesquisadores acreditam que a descoberta será recebida com bastante ceticismo pela comunidade científica, mas pensam que, mesmo assim, a pesquisa permitirá explorar novas possibilidades que poderão mudar para sempre o nosso entendimento sobre os golfinhos e outros animais.

Oito cobras que se deram muito mal ao se alimentarem

Sabe aqueles dias em que você está morrendo de fome e vai a um restaurante com buffet livre ou se joga em um churrascaria com rodízio e come tudo o que encontra pela frente? Depois da refeição, você pensa que vai explodir e a vontade é de deitar ao lado da mesa e dormir por ali mesmo até terminar a digestão. No mundo animal também encontramos espécies que exageram na hora de fazer um “lanchinho”.

Para montar esta lista, nós focamos apenas nas cobras, que possuem uma incrível capacidade elástica e fazem refeições nenhum pouquinho lights. Na Índia, por exemplo, uma píton foi flagrada devorando um antílope inteirinho, enquanto outra aparece engolindo uma cabra.
Na Austrália, uma cobra nem precisou descer da árvore para comer um morcegão.
Mas nem todas têm a mesma sorte..

Confira 8 exemplos de cobras que exageraram na refeição e “explodiram” de tanto comer:

1. A píton e a ovelha “grávida”

A fome dessa cobra era tanta que ela nem esperou a mamãe ovelha parir para fazer sua refeição: comeu a bichinha prenha e passou mal até morrer. O caso aconteceu em 2006, na Malásia, e os bombeiros foram chamados para retirar uma cobra “inchada” da estrada.
Publicidade

2. A píton e o jacaré

Sabe a história de “explodir” de tanto comer? Pois foi o que aconteceu com essa píton de 4 metros de comprimento que tentou comer um jacaré-americano de 2 metros: ela não deu conta do tranco e morreu durante a digestão. Os pesquisadores do Parque Nacional de Everglades, na Flórida (EUA), encontraram um jacaré morto e semidigerido “escapando” de dentro da píton decapitada. Final mais feliz teve uma cobra no Alabama, também nos EUA, que comeu um jacaré inteiro e ainda “posou” para fotos de raio-x.

3. Canibalismo de cobras

Duas pítons lutavam por um ratinho quando uma delas deve ter pensado: “Por que vou me contentar com um animal tão pequeno se tenho outro tão grande na minha frente?”. Na hora, ela se enrola na rival que comia o roedor, mata ela sufocada e se alimenta daquela que roubou a sua refeição. O caso lembra o de caçadores que mataram uma cobra gigante e na hora de abrir a bichinha encontram outra cobra dentro dela.

4. A píton e o gatinho de estimação

Esse caso aconteceu na Austrália: o dono de um idoso gatinho de 16 anos disse que o seu bichano havia sumido há três dias quando ele sentiu um cheiro bem ruim vindo de seu quintal. Lá ele encontrou a píton morta e o felino dentro do estômago da “assassina”.

5. A píton e o cervo

Outra píton do Parque Nacional de Everglades, na Flórida (EUA), se deu mal em sua última refeição. Apesar de ter sido um dos maiores exemplares já encontrados pelos biólogos do local, com quase cinco metros de comprimento, o réptil não foi capaz de digerir um cervo de pouco mais de 30 kg.

6. A víbora e a centopeia

Em 2013, na Macedônia, os biólogos encontraram uma cena inusitada: uma pequena víbora de 20 cm de comprimento tentou devorar uma centopeia de 16 cm. O problema foi que ela não conseguiu digerir a refeição, e a centopeia quase conseguiu escapar de sua algoz estripando o bucho da cobra. Porém, presa e predadora morreram nessa batalha.

7. A píton e o cobertor elétrico

Essa cobra só se salvou por conta dos biólogos: na tentativa de comer um coelhinho de estimação, essa píton “devorou” o cobertor elétrico que mantinha o peludo bichinho aquecido. Até mesmo os cabos elétricos e a caixa de controle da temperatura foram engolidos pela cobra, que foi salva em uma operação inusitada.

8. A píton e o pé de porco

Na Austrália, um rapaz foi procurar cogumelos em sua propriedade quando deu de cara com uma píton morta após a sua última refeição. Os especialistas acreditam que a cobra teve o intestino perfurado pelo pé do porco que ela tentou engolir por inteiro.