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Qual assassino em série fez mais vítimas nos cinemas?

Confira que são os dez assassinos que mais fizeram vitimas na história do cinema

10. Hannibal Lecter


Filmes: 4
Mortes estimadas: 26
Hannibal surgiu primeiro no livro “Dragão Vermelho”, de 1981, escrito por Thomas Harris. Em 1991, é lançado o filme “O Silêncio dos Inocentes”, sendo a 3ª obra a ganhar os prêmios do Oscar em cinco das principais categorias:melhor filme, melhor atriz, melhor ator, melhor diretor e melhor roteiro adaptado.

9. Chucky


Filmes: 6
Mortes estimadas: 30
O filme “Brinquedo Assassino”, lançado em 1988, ganhou status de clássico cult entre os fãs do terror. A série conta a história do boneco Chucky, que ganha vida após um ritual vodu realizado por um serial killer.

8. Leatherface


Filmes: 7
Mortes estimadas: 31
Produzido de maneira independente em 1974, o filme “O Massacre da Serra Elétrica” chegou a ser banido em vários países logo após seu lançamento. Mesmo com muitas críticas, foi uma obra muito rentável, arrecadando mais de US$ 30 milhões nas bilheterias.

7. Pinhead


Filmes: 9
Mortes estimadas: 35
Produzido na Grã-Bretanha em 1987, o filme chegou ao Brasil com o título de “Hellraiser - Renascido do Inferno”. Baseado no livro “The Hellbound Heart”, do escritor Clive Barker, seu protagonista, Pinhead, fica em 7º lugar na lista, com 35 mortes.

6. Ghostface


Filmes: 4
Mortes estimadas: 36
Com uma versão televisiva produzida pelo canal americano MTV neste ano, “Pânico” fez muito sucesso ao estrear nos cinemas em 1996. O telefone toca e do outro lado da linha alguém faz perguntas sobre filmes de terror. Se você não souber a resposta, o preço é a morte.

5. Jigsaw


Filmes: 7
Mortes estimadas: 40
Lançado em 2004, de maneira independente, o primeiro longa-metragem da série “Jogos Mortais” teve orçamento reduzido e foi filmado em apenas 18 dias. Durante os sete filmes da franquia foram estimadas 40 mortes.

4. Freddy Krueger


Filmes: 9
Mortes estimadas: 42
Freddy Krueger é um assassino de crianças que acaba queimado vivo na série “A Hora do Pesadelo”. Ele retorna e passa a atacar adolescentes durante os sonhos.

3. Leprechaun


Filmes: 7
Mortes estimadas: 45
Escrito e dirigido por Mark Jones, o filme “O Duende” apresenta Leprechaun, um duende perverso e obcecado por ouro. A série, que já teve 7 filmes, foi um dos primeiros trabalhos da atriz Jennifer Aniston no cinema.

2. Michael Myers


Filmes: 10
Mortes estimadas: 111
Michael Myers surgiu pela primeira vez em 1978, no filme “Halloween”, em que aparece como uma problemática criança de 6 anos que mata a irmã durante a noite de Halloween. Depois de 15 anos internado em um hospital psiquiátrico, Myers volta e conquista a segunda posição no ranking, com 111 mortes!

1. Jason


Filmes: 12
Mortes estimadas: Entre 200 e 300
Lançada em 1980, a série de filmes de terror “Sexta-feira 13” já lucrou mais de 500 milhões de dólares. Criados pelo diretor Sean S. Cunninghan, os filmes trazem a história de Jason Voorhees e sua mãe como grandes assassinos em série. Não existe um número exato sobre os assassinatos praticados por Jason, já que é impossível calcular a quantidade de vítimas na obra “Jason X”. Porém, ele facilmente ganha de seus companheiros no cinema, conquistando o primeiro lugar na lista. 

7 mentiras que aprendemos a acreditar com séries de investigação criminal

A série “CSI – Investigação Criminal” aterrissou nas telinhas mundiais no ano 2000. De lá para cá, aprendemos muita coisa sobre a análise de assassinatos e a resolução de crimes inacreditáveis. E isso foi reforçado ainda mais com seus spin-offs, “CSI – Miami” e “CSI – NY”.

Esse filão, entretanto, possui inúmeros outros representantes. “Dexter”, “Whitout a Trace”, “Cold Case”, “Criminal Minds” e “Monk” se aproveitaram do sucesso de “CSI” para contar histórias interessantes dentro do universo policial. Porém, até mesmo clássicos como “Arquivo X” e “Law and Order” mostram investigações complexas para solucionar casos que desafiam a polícia.
Mas será que eles são realistas? O investigador forense Paige Green desmistificou várias bobagens e nós selecionamos sete dessas mentiras que assimilamos como verdades ao longo de nossas vidas em frente aos seriados de televisão:

1. Testes de DNA são rápidos

Mentira! Testes dessa natureza levam bastante tempo para serem conclusivos. Ainda que a tecnologia chamada RapidDNA promete resultados em até 90 minutos, a quantidade de exames que a polícia necessitaria fazer atrasaria um parecer final sobre o caso. Além disso, o RapidDNA ainda não é aprovado pelo FBI e nem é compatível com o seu banco de dados.


2. Impressões digitais são facílimas de serem coletadas

Outra bobagem... Ainda que o recurso ajude a solucionar diversos crimes mundo afora, conseguir coletar uma digital perfeita é um trabalho bastante complicado. Você se lembra de quando foi cadastrar as suas ao fazer seu RG? Foi necessário todo um cuidado e um trabalho para elas não borrarem. Agora imagina um bandido que está com a adrenalina a mil segurando uma arma? Além da superfície não ser das melhores para as impressões digitais ficarem “impressas”, a probabilidade de elas saírem apenas parciais ou borradas é gigante.


3. Sangue brilha na luz ultravioleta

Não, não, não, não! Isso é mais um recurso televisivo para facilitar os enredos das histórias contadas. Apesar disso, a luz ultravioleta pode ajudar a detectar diversos outros fluídos corporais na cena do crime: sêmen, urina, saliva e leite materno brilham sob a incidência de seus raios.
“Mas Mega Curioso, e o luminol?”. Se você pensou nesse produto, mostra que está muito mais familiarizado que a maioria dos telespectadores: você é um assíduo investigador criminal de sofá! O luminol, de fato, faz o sangue brilhar com uma cor azulada, porém ele não é totalmente eficiente. É necessária uma escuridão quase total para isso acontecer – e o brilho dura apenas alguns segundos.


4. Investigadores forenses são “celebridades”

Em muitas dessas séries, vemos os investigadores forenses como uma figura de autoridade. São os bambambam da polícia e chegam às cenas de crime para solucionar qualquer caso. Mas isso é pura lorota! A maioria desses profissionais sequer é habilitada a carregar armas, por exemplo. Normalmente eles são técnicos responsáveis por coletar e analisar as provas – tendo, por isso, um salário muito menor do que imaginamos e estando bem abaixo na cadeia hierárquica de um departamento policial.


5. Analistas forenses sabem tudo de tudo

Tirando os personagens como Fox Mulder e Dana Scully, de “Arquivo X”, a maioria dos especialistas forenses não tem o conhecimento de tudo que é mostrado na televisão. Normalmente, uma pessoa se especializa em apenas um ramo da investigação criminal. Saber todos os detalhes de todos os crimes e com todas as variantes possíveis são artifícios usados apenas na ficção.


6. O trabalho forense é pouco burocrático

Os seriados focam os investigadores forenses com suas vidas corridas, trabalhos complexos e muitos mistérios. Porém, nenhum deles mostra a realidade: papel sobre papel, burocracia sobre burocracia e horas de investigação dentro do escritório. Toda prova coletada precisa ser selada, registrada, carimbada, avaliada e rotulada (citando um trecho de “Plunct Plact Zum”) para ter algum valor. Isso requer horas e mais horas de trabalho extremamente burocrático.


7. Sangue espirra para todos os lados

Cenas criminais na ficção mostram sangue espalhado do chão ao teto, mas isso é muito difícil de acontecer. Mesmo em casos com diversas facadas ou vários tiros, algumas vítimas morrem antes de perder muito sangue. O cenário ensanguentado da ficção ajuda a deixar a narrativa dos seriados mais atraente e prende mais a atenção dos telespectadores. Apenas traumatismo craniano e artérias cortadas jorram muito sangue – mas ainda assim, não é como vemos nas telinhas.

Jimmy Fallon recria a clássica abertura de Um Maluco no Pedaço

“Now this is a story all about how
My life got flipped, turned upside down
And I’d like to take a minute just sit right there
I’ll tell you how I became the prince
of a town called Bel-Air”
Quem nunca tentou acompanhar as rimas rápidas de Will Smith durante a abertura de Fresh Prince of Bel Air, que atire a primeira pedra. A batida contagiante marcou gerações e, até hoje, é relembrada por muitos. Como, por exemplo, o apresentador e comediante Jimmy Fallon, que decidiu recriar a abertura em seu programa The Tonight Show (ou devemos chamar de The Fresh Host of Tonight?). Assista abaixo:

Ator posta coleção de imagens que retratam os bastidores da série Star Wars

A saga “Star Wars” provavelmente é a série de ficção e fantasia mais famosa de todos os tempos, e tudo relacionado a ela — seja a estreia de animações, lançamento de livros ou novos filmes — acaba se transformando em notícia. Pois a última novidade não tem nada a ver com coleções de quadrinhos nem com a criação de um kit de LEGO.


De acordo com o The Huffington Post, Peter Mayhew, o ator que deu vida ao icônico personagem Chewbacca, postou uma sensacional série de fotos que retratam os bastidores dos filmes. Entre as imagens, estão incluídas cenas com vários integrantes do elenco — como Harrison Ford, Carrie Fisher, Alec Guinness e Mark Hamill — se divertindo e relaxando entre os takes.
A coleção é simplesmente imperdível e foi disponibilizada na página de Mayhew no Twitter. A seguir você pode conferir algumas imagens selecionadas a partir da coletânea:

1 – Um brinde


2 – Hora do café


3 – Pegando uma cor


4 – Casamento?


5 – Calma, Solo


6 – Olha lá


7 – Tricotando


8 – Festinha de aniversário


9 – Imagine o calor


10 – Beijinho


11 – Modelitos


12 – De castigo


13 – Mestre Yoda


14 – Pausa para o lanche


15 – Colinho

Produtor explica a controversa cena final de Two and a Half Men

Obviamente, temos spoilers a seguir para quem não viu o episódio final de Two and a Half Men, exibido na última quinta (19) na televisão americana.

O final com Charlie Harper, mas sem Charlie Sheen

Essa foi a cena final de Two and a Half Men. Depois de um episódio duplo focado na descoberta de que Charlie Harper (Charlie Sheen) estava vivo — sendo mantido prisioneiro no porão de uma casa de Rose por quatro anos —, com direito a flashbacks com Charlie em formato de animação e o retorno de diversos convidados especiais (entre eles, Angus T. Jones, o Jake, Arnold Schwarzenegger, John Stamos e Christian Slater), quando parecia que finalmente veríamos Sheen de volta nos segundos finais do episódio, eis que tivemos um dublê que foi esmagado por um piano.
Logo depois, aparece o produtor Chuck Lorre vangloriando-se, ao dizer “winning” (“venci”), usando um dos jargões do ator depois de sua saída de Two and a Half Men. Mas até Lorre não escapou vivo da série, também sendo morto por um piano. Esse foi o fim de Two and a Half Men, o qual está desagradando muitos fãs, enquanto deixa alguns outros satisfeitos.

A opinião de alguns fãs

“Two and a Half Men vai ao ar hoje à noite, e acho que ambos republicanos e democratas podem concordar com o fato de que a série era melhor quando Bush era presidente.”
O final de Two and a Half Men basicamente consistiu no elenco inteiro atacando Charlie Sheen com piadas mal escritas.”
“Isso foi caótico. Graças a Deus acabou!”
“Que vergonha o final de Two and a Half Men não trazer Charlie Sheen de volta para fazer sua grande saída! Charlie era Two and a Half Men”
“Ashton Kutcher resumiu perfeitamente depois de apenas cinco minutos [ao dizer]: ‘Mal posso esperar para isso acabar’. Final horrível para a série.”
“O final de Two and a Half Men mais uma vez mostrou que, sem Charlie Sheen, a série era um lixo. Teve ao menos uma fala não dirigida a ele?”
“Okay, esse final foi muito decepcionante. Caramba! O episódio todo foi tão bom... Arruinado em 10 segundos.”
“’Ele tem alguns problemas em controlar a raiva’, ‘Ele já tentou um Tratamento de Choque (Anger Management)?’, ‘Sim, mas não deu certo’. HAHA!”, relembrou um fã, referindo-se a uma das piadas do episódio.
“Glória para o excelente final de Two and a Half Men para os fãs. Muito bem feito. Jon Cryer, você foi tão engraçado!”
“O final de Two and a Half Men foi epicamente surreal! Não estava esperando por isso. Amo o fato de eles terem quebrado a quarta parede.”
“Bem, como você faz um final de Two and a Half Men sobre Charlie Sheen, mas sem Charlie Sheen? Ótimo roteiro.”

Explicação de Chuck Lorre

No final de cada episódio de uma série sob sua produção, Chuck Lorre exibe um “vanity card”, ou “cartão de vaidade”, no qual faz algum comentário pessoal, seja sobre o capítulo em questão, seja sobre qualquer outro assunto. Claro que com o final de Two and a Half Men não seria diferente. No cartão do último episódio de sua mais antiga comédia, Lorre contou a sua versão do que aconteceu nos bastidores de negociação para o retorno de Charlie Sheen no momento final.

“Eu sei que muitos de vocês podem estar decepcionados por não terem visto Charlie Sheen no finale desta noite. Que fique registrado que ele teve uma participação oferecida. A nossa ideia era fazer com que ele aparecesse na porta da frente na cena final, tocasse a campainha, e se virasse, olhasse diretamente para a câmera e começasse um discurso maníaco sobre os perigos do abuso de drogas. Ele, então, explicaria que esses perigos se aplicam apenas a pessoas medianas. Mas que ele era muito além da média. Ele era um guerreiro ninja de Marte. Ele era invencível.
E então, jogaríamos o piano nele.
Achamos que isso seria engraçado.
Ele não achou.
Em vez disso, ele queria que a gente escrevesse uma cena comovente, que estabeleceria o retorno dele à televisão em uma nova série de comédia chamada The Harpers, com ele e Jon Cryer.
Achamos que isso seria engraçado também”.

Palavra de Charlie Sheen

Sem se pronunciar ainda sobre o final da série, Charlie Sheen fez sua última postagem no Twitter na manhã de quinta-feira (19), horas antes do episódio ir ao ar. Na mensagem ele já dá a entender que não apareceria na hora final da comédia.
“Atenção mundo: se você está ansioso pela minha muita antecipada aparição na televisão aberta, você terá que checar The Goldbergs, na quarta (25) na ABC! Vou onde o amor está”, disse o ator, referindo-se à sua participação especial na outra comédia da televisão americana.
No fim de sua mensagem ele usa a hashtag: “#ClaroQueNãoEstou”, fazendo referência ao título do episódio final de Two and a Half Men, “Of Course He’s Dead” (“é claro que ele está morto”).
E você, o que achou do fim da série?

7 fatos que você não sabia sobre House of Cards

esta sexta (27), estreou no Netflix a 3ª temporada da aclamada série House of Cards, que mostra o jogo político em Washington, no país liderado pelo presidente Francis Underwood (Kevin Spacey) e sua esposa Claire Underwood (Robin Wright). Para comemorar o seu retorno, listamos algumas curiosidades sobre a série, revelando coisas que você provavelmente não conhecia.

1 – É baseado em uma série dos anos 90


Apesar do conteúdo um tanto original, House of Cards é baseada em uma série da BBC que foi ao ar nos anos 90 e tinha o mesmo nome. A série original de quatro episódios era uma adaptação do romance de Michael Dobbs e passava-se no período após o mandado de Margaret Thatcher como primeira-ministra da Inglaterra.

2 – Beau Willimon sabe o que faz


O produtor da série para o Netflix, Beau Willimon já trabalhou com políticos como Charles Schumer, Hillary Clinton e Howard Dean. Talvez por isso a série mostre tão bem como é o funcionamento do governo dos Estados Unidos.

3 – Primeira série online a ganhar um Emmy


Muitas séries consagradas já ganharam o principal prêmio televisivo do mundo, o Emmy, mas House of Cards foi a primeira produção totalmente voltada para a internet a receber o prêmio. Isso ocorreu em 2013 e o seriado venceu em três categorias: melhor direção em série dramática, melhor elenco em série dramática e melhor direção de fotografia.

4 – Kevin Spacey fez seu dever de casa

Kevin Spacey e o político Kevin McCarthy (DIR)
O consagrado ator e produtor Kevin Spacey fez uma imersão no mundo da política com o congressista californiano Kevin McCarthy e, depois disso, declarou que não gostaria de estar na pele dele. “Não é fácil. Mas foi fascinante ir a algumas reuniões de sabatina e realmente ver como é a agenda deles, o que eles vão divulgar para a imprensa e como eles fazem isso”, disse Spacey.

5 – Relacionamentos na equipe


O ator que interpreta o ex-presidente Garret Walker, Michael Gill, e a atriz que faz a Secretária de Estado Catherine Durant, Jayne Atkinson, são casados na vida real, fato desconhecido pelos produtores David Fincher e Kevin Spacey até o momento da contratação do elenco.

6 –A China ama Frank Underwood

Wang Qishan, um dos líderes do Partido Comunista da China.
Apesar das relações estreitas na trama, a série House of Cards é uma das mais preferidas entre os chineses que acessam o Netflix. Somente em 2014, aproximadamente 24,5 milhões de pessoas assistiram à série no país asiático, inclusive um dos líderes do Partido Comunista da China, Wang Qishan, que se declarou fã da produção.

7 – Obama odeia spoilers da série

Na véspera da estreia da segunda temporada, o presidente norte-americano pediu aos seus mais de 55,5 milhões de seguidores que não lhe enviassem spoilers da série, revelando que mesmo ele não tem acesso antecipado aos episódios.

Sete séries canceladas sem final

Criamos essa nova lista com algumas das produções que fizeram com que legiões de fanáticos ficassem com dor de cabeça, chorando em posição fetal no canto do quarto e pensando como seria se seu drama ou comédia favoritos tivessem continuidade.


Mas atenção: Os textos contém spoilers para quem não assistiu às produções.

Twin Peaks

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A trama que girava em torno do misterioso assassinato da jovem Laura Palmer rapidamente conquistou o respeito de público e crítica quando sua primeira temporada foi ao ar em 1990. Mais do que uma investigação do crime em questão, Twin Peaks tinha como foco as peculiaridades e os segredos que os habitantes da cidade que dá nome à série escondiam, que iam desde negociatas e jogos de poder a crimes maiores. No entanto, a identidade do assassino acabou não sendo revelada com o final da primeira temporada e várias reclamações começaram a surgir. Resultado: a audiência começou a cair drasticamente a partir dos primeiros episódios do ano seguinte, o que levou os executivos da ABC a pressionar os roteiristas para que o mistério fosse imediatamente solucionado. Isso acabou ocorrendo no oitavo episódio. Mas então já era tarde demais, e boa parte dos americanos já tinha abandonado a série que, mesmo com a volta do diretor David Lynch em seus episódios finais e com um cliffhanger arrebatador com o detetive Cooper possuído pelo espírito de Bob, a produção foi cancelada. Até hoje fãs clamam por uma continuação.

FlashForward

JACK DAVENPORT, PEYTON LIST, SONYA WALGER, ZACHARY KNIGHTON, JOSEPH FIENNES, JOHN CHO, COURTNEY B. VANCE, BRIAN O'BYRNE, CHRISTINE WOODS
Um apagão mundial que durou exatamente 2 minutos e 17 segundos fez com que cada uma das pessoas tivesse um vislumbre de seu futuro em seis meses. A partir desse ótimo conceito, FlashForward foi a aposta da ABC em 2009 para ser a nova LOST e explorava a vida dos personagens e seus dilemas acerca do que os esperava: afinal, é possível mudar o futuro? Ao mesmo tempo, o mistério acerca das causas do apagão coletivo era um dos fios condutores da trama. Mas somente a boa premissa não foi suficiente para se sustentar: incongruências – pra não dizer buracos – no roteiro e episódios em que absolutamente não acrescentavam nada à mitologia proposta expulsaram a audiência, causando o seu cancelamento. Várias perguntas ficaram sem respostas satisfatórias; além disso, um novo apagão (bem mais impactante que o inicial) ocorreu no último episódio, cujos desdobramentos e consequências jamais saberemos.

The Event

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Esse foi um dos melhores pilotos recentes. Ação, mistérios, conspirações, sequestros, tudo isso só no primeiro capítulo, construído em forma de mosaico, com flashbacks a todo instante, mudanças de cenário, núcleos que iam desde um casal num cruzeiro pelo oceano, passando pelo presidente com problemas na Casa Branca até ocorrências uma prisão localizada no Alaska. O ritmo frenético se estendeu ao longo de vários episódios, até chegar o momento em que a série começou a se perder, com histórias paralelas desconexas. Como se não bastasse, as respostas fornecidas às perguntas apresentadas se mostraram bem menos empolgantes. Logo a série foi rejeitada e virou motivo de piada. A exemplo de Flashforward, os roteiristas acertaram a mão somente nos episódios finais, quando já não se podia fazer muita coisa para estancar a hemorragia que os números de audiência causaram. Pelo visto, os responsáveis por The Event acreditaram até o fim que uma salvação era possível, já que o cliffhanger não poderia ser melhor, com o planeta dos “prisioneiros” aparecendo em chamas próximo à Terra. Pena que nunca saberemos como aquilo tudo terminaria, nem o que estava escrito no pergaminho que Sean conseguiu.

Alcatraz

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J.J. Abrams já produziu coisas brilhantes, mas é (quase) consenso que isso faz parte de um passado muito remoto. Fato é que o selo “Abrams” através de sua produtora Bad Robot nem sempre significa “série de qualidade” com um sucesso garantido. Ele não escreve a maioria das produções, mas usa seu nome para vendê-las. Partindo de uma (boa) premissa, Alcatraz contava a história da famosa prisão localizada em São Francisco. Na série, vários prisioneiros e funcionários desapareceram misteriosamente em 1963 e começam a aparecer nos dias atuais, sem terem envelhecido um dia sequer. No entanto, o que era para ser uma história cercada de mistérios e investigações do fenômeno, ela se transformou em uma série procedimental em que o caso do dia era um ladrão, um assassino, um piromaníaco ou um sequestrador que surgia praticando o mesmo tipo de crime de décadas atrás, enquanto a detetive Rebecca Madsen tentava encontra-los com o auxílio do Dr. Diego Soto (Jorge Garcia, de LOST), ou seja, nada novo. Cancelada após 13 episódios, a série deixou no ar praticamente todas as perguntas que criou.

V

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Refilmagem da clássica série dos anos 80, V retratava a fictícia chegada de extraterrestres à Terra, liderados pela vilã interpretada pela brasileira Morena Baccarin (Homeland). Após o pânico inicial , rapidamente os visitantes ganharam a confiança da população mundial ao prestar auxílio na infraestrutura das grandes cidades, fornecer a cura para doenças etc. No entanto, tudo não passava de um plano para se infiltrarem aos poucos nas mais variadas esferas governamentais do planeta, com o objetivo de… Bem, o objetivo não ficou muito bem explicado, já que a trama foi interrompida no final da segunda temporada, nos dando um gancho espetacular com a policial Erica ingressando numa unidade ultrassecreta do governo que visava combater os alienígenas. Pelo menos tivemos a chance de assistir o mala Tyler ser morto por Lisa antes que tudo acabasse.

Reunion

reunion
Em 2006, a FOX encomendou e levou ao ar uma série com uma proposta bastante original: após um reencontro de seis amigos para comemorar os 20 anos de sua graduação, em 1986, um homicídio ocorreu. Suas histórias, então, são contadas através dos episódios subsequentes, retratava um ano inteiro na vida de cada um deles. O planejamento inicial era que a temporada tivesse 22 episódios, com os dois últimos sendo utilizados para revelar a identidade do assassino. Mas bastaram 9 episódios para que os executivos da FOX percebessem que o prejuízo estava sendo grande. Resultado: nunca soubemos quem era o assassino.

Jericho

jericho
Essa série era boa, mas era ruim. Foi cancelada e descancelada. Jericho foi a candidata a “novo LOST” da CBS e em seu piloto mostrava um ataque nuclear coordenado que deixou os EUA em estado de sítio. A narrrativa era focada na pacata cidade de Jericho, que ficou de fora da devastação. Intrigas de poder, ação e muita enrolação fizeram parte da primeira temporada. Após cancelada, fãs fizeram uma campanha enviando amendoins para os executivos do canal, já que o protagonista falava a palavra em um momento chave do episódio final. A produção foi renovada, mas ainda assim morreu na praia sem dar um desfecho satisfatório para a trama.
Escaparam por Pouco
Se não fossem remakes, temporadas especiais e filmes, Veronica Mars, Heroes, 24, Entourage poderiam entrar também como séries com “final semi-aberto”. Felizmente não foi o caso. E aí, sua série cancelada favorita não apareceu aqui na lista? Corrija esse erro agora e deixe seu depoimento nas mensagens!