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As cinco teorias conspiratórias mais assustadoras


De acordo com a Globalização, o mundo contemporâneo compartilha culturas de vários lugares que antes não compartilhava, através da rede de informações disponível e com a tecnologia. Descobrir fatos específicos da história, navegar por narrativas fictícias, compreender o motivo dos acontecimentos naturais através do mito, são formas autênticas de construção da auto-percepção e da maneira como vemos o mundo de acordo com o nosso tempo. Mesmo a maior parte da sociedade, religiosa, ainda busca complementar seu entendimento através do horóscopo, por exemplo.

Mas e as teorias de conspiração? As tão famosas explicações que, na maioria das vezes, foram criadas por entusiastas e fãs que enxergaram além. E elas estão por toda parte, as teorias de conspiração são hipóteses levantadas por curiosos que percebem algum padrão ou acontecimento que se explica de forma controversa ou conclusiva às explicações comuns, revelando a oportunidade de atribuir novos significados a acontecimentos históricos polêmicos e às tragédias (não só naturais). E já estão também difundidas em nossas produções culturais.

Confira aqui as 5 teorias de conspiração mais assustadoras.

1. Chemtrail (Trilha Química).

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A teoria das trilhas químicas acredita que alguns rastros de aeronaves, que comumente são explicadas como cristais de gelo ou vapor de água condensado atrás das aeronaves, na verdade são uma mistura gasosa que resulta de agentes químicos ou biológicos que são deliberadamente ‘borrifados’ em atitudes altas por um propósito desconhecido mas acredita-se que faze parte de um plano mais amplo envolvendo a tão comentada Nova Ordem Mundial dirigida por forças malignas infiltradas no governo.

2. Aquecimento Global.

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Alguns incrédulos dizem que a teoria do aquecimento global é nada mais que uma estratégia para diminuir o crescimento populacional, controlar o estilo de vida e viver um governo mais autoritário. A teoria dos céticos diz que a temperatura média do planeta não está aumentando e, consequentemente, as alterações do planeta desencadeadas pelo fenômeno não acontecerão.

3. Área 51.

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Em 1947 fontes afirmam que houve uma colisão de nave espacial em Roswell, New Mexico, acontecimento que foi ‘acobertado’ pelo exército americano. Ufologistas afirmam que a nave colidida foi levada À área 51, divisão de uma das bases aéreas do governo que, desde então, a utilizou para fazer pesquisas sobre tecnologia e formas de vida alienígena. Das listadas, com certeza é a teoria com mais ‘adeptos’, existindo ainda uma base militar brasileira com os mesmos fins.

4. Toy Story 3.

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Elas estão também nos desenhos! Chamada de Teoria do Holocausto, de acordo com o crítico Jordan Hoffman, o filme é todo sobre isso. Muitas imagens dos personagens, quando são pegos pelo caminhão de lixo, se assemelham a campos de concentração e extermínio, acompanhados ainda pela representações de Judeus (os brinquedos). O crítico afirma ainda que o filme levanta ideais marxistas na relação entre os personagens.

5. A elite dos répteis.



Em 1988 o repórter da BBC esportes, David Icke, defendeu a teoria no lançamento de seu livro, “The biggest Secret” (O maior segredo), que continha entrevistas com dois britânicos alegando que membros da família real britânica são nada mais que répteis com coroas. A teoria desde então têm conquistado cada vez mais adeptos, seus seguidores acreditam que não são os Alienas mas os Répteis que estão entre nós, com a meta de nos fazer escravos.
Bem aceitas ou não, as teorias conspiratórias prevalecem durante anos, evoluindo de acordo novos fenômenos e instrumentos que as comprovem. Mais utilizada pelos ‘céticos’, essas teorias precisam de mais fé que a versão oficial das histórias que conhecemos, por precisarem também de mais provas. E você, o que acha das teorias conspiratórias? Qual delas é mais assustadora? Deixei seu comentário.

Mistério do “Homem-Cabra” volta a assustar os norte-americanos após quase meio século


No Brasil temos o famoso mistério do chupa-cabra, onde uma cabra mutante caça homens e animais nas cidades de interior. Os norte-americanos foram assombrados por uma lenda parecida em 1957, onde o homem-cabra, goatman em inglês, fez algumas vítimas e nunca foram comprovadas como a do pé-grande. A lenda desse monstro voltou a ser noticia nos últimos dias por conta de uma aparição bem estranha.


A origem da lenda é ainda mais estranha que a criatura, de acordo com fontes um pouco duvidosas o homem-cabra foi o resultado de um experimento governamental que misturava os genes de um homem com uma cabra. Em 1957 ocorreram alguns relatos desse ser atacando caminhantes e em 1962 ele atacou novamente, dessa vez um grupo maior, envolvendo crianças e um machado. De acordo com os relatos, ele soltava gritos como se fosse uma criatura vinda do inferno enquanto cortava as pessoas em pedaços.

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O homem-cabra andou sumido fazendo alguma aparições com incidentes envolvendo cachorros e alguma vítimas humanas e nos últimos dias ele resolveu aparecer. Ele foi visto novamente próximo as cidades de Wisconsin, Kentucky e Texas alarmando toda a população que reside na região, onde a crença na lenda é bem mais forte. O que ninguém percebeu sobre o suposto aparecimento é bem cômico.
As novas aparições do assustador monstro não passavam de um simples caçador vestido de cabra. Isso mesmo que você leu, um caçador vestido de cabra, no mínimo uma situação engraçada. O homem foi abordado por Douglas que é ligado aos recursos da natureza, de onde saiu a fonte que o homem-cabra era falso, e de acordo com Douglas o homem usava a roupa, que era basicamente um macacão branco com um capuz da mesma cor, para chegar mais próximo das ovelhas e treinar sua caça.

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Realmente no mínimo engraçado que esse homem possa ter se passado pela monstruosa criatura que lenda descreve. O que achou dessa, que é mais uma, aparição desmentida com fatos que são bastante bizarros? Responde ai nos comentários.

A história real que inspirou o filme do boneco Chucky

Em abril de 1989 foi lançado um dos filmes mais cômicos de terror, “Brinquedo Assassino”. No filme o psicopata Charles Lee Ray, após ser morto em um tiroteio com a policia, transfere sua alma para um boneco. O boneco agora com a alma de Charles, anda, fala e adota o nome de Chuck. O menino Andy, ganha o brinquedo como presente de sua mãe e partir disso sua vida se torna um pesadelo. O que muitos não sabem é que essa história foi baseada em fatos.


Na história real o boneco de pano Robert da inspiração para Chuck. O boneco de pelúcia tem a pele branca, está vestido com um uniforme da marinha e segura um leão. De acordo com a história uma empregada da casa que era abusa por seus patrões deu a filho deles um boneco, e esse boneco estava amaldiçoado já que a empregada tinha conhecimento de magia negra e voo doo. O boneco Robert, logo cativou o menino chamado Gene e se tornaram inseparáveis.

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Porém começaram a acontecer coisa estranhas. Robert era encontrado várias vezes em lugares que eles não tinham o deixado, os pais ouviam uma voz que respondia quando o garoto falava, além de vizinhos já terem visto o boneco em pé olhando pela janela. O boneco tomou tanta fama na vizinhança que as crianças atravessavam a rua quando tinham que passar em frente a casa onde ele estava.
A mãe de Gene não aguentando mais as coisas estranhas e o filho tendo pesadelos, colocou o boneco no sótão. Após um tempo Robert estava novamente com Gene, a mãe nãos sabendo o que fazer, colocou o boneco em um quarto reservado só para ele, trancado e olhando para fora através de uma janela. Os vizinhos começaram ver Robert rindo e se movimentando, a mãe inclusive encontrava o quarto bagunçado mesmo com o boneco trancado sozinho.

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Depois de uns anos com a morte de Gene e de seus pais a lenda foi esquecida até que uma nova família se mudou par a casa. Essa nova família encontrou o boneco e passou por tudo que antiga família já passou. A menina da família começou a encontrar suas bonecas sem cabeça e teve alguns problemas com seu cachorro. Após adulta, a menina finalmente se livrou do boneco colocando ele em um museu. Hoje ele é conhecido como Robert o boneco assombrado e quem trabalha nesse museu ainda vê coisas estranhas acontecendo.
O que achou da verdadeira história de Chuck, o boneco assassino?
 Responde ai nos comentários se gostou ou se já teve medo do filme.

Cinco coisas curiosas que a Ciência descobriu a respeito da morte

Se existe uma coisa da qual ninguém pode fugir para sempre é da morte, e ela representa um assunto que, ao mesmo tempo, causa verdadeiro fascínio e medo nas pessoas.


Pois o pesquisador Jonathan Jong listou em um interessante artigo — publicado pelo portal The Conversation — uma seleção de descobertas surpreendentes que a Ciência já fez sobre a morte, e você pode conferir quais são elas a seguir:

1 – Ela pode ser — mais ou menos — prevista

Na verdade, não é que a morte possa ser — mais ou menos — prevista, mas sim a expectativa de vida de um indivíduo. De acordo com Jonathan, os cientistas descobriram na década de 60 que, ao contrário do que se pensava, as células do nosso corpo não são capazes de se replicar indefinidamente e, portanto, não são imortais. Elas param após se dividirem entre 50 e 70 vezes, e os pesquisadores observaram outra coisa interessante.

Os telômeros — que, basicamente, são sequências de DNA que ficam nas extremidades dos nossos cromossomos — vão diminuindo a cada divisão celular, e, quando eles se tornam curtos demais, as células param de se dividir e morrem. Sendo assim, desde que os pesquisadores descobriram isso, existem cada vez mais evidências de que a extensão dos telômeros pode servir para que possamos medir a expectativa de vida de humanos e outros seres vivos.
Por certo, conforme explicou Jonathan, nem todos os estudos conduzidos sobre o tema confirmaram que os telômeros podem ser utilizados como “termômetro” para prever por quanto tempo uma pessoa pode viver nem se o seu encurtamento é quem provoca o envelhecimento ou se esse processo é apenas um sintoma.
Por outro lado, se o comprimento dos telômeros estiver associado com o envelhecimento, se algum dia a Ciência descobrir como manipular sua extensão, então é possível que consigamos prolongar significativamente a duração da vida.

2 – Pensar nela nos torna mais preconceituosos

Uma série de estudos — mais de 200 e envolvendo milhares de pessoas de várias partes do mundo — conduzidos ao longo de 25 anos sugere que pensar a respeito da própria morte pode ter efeitos curiosos sobre o comportamento.

As pesquisas apontaram que considerar a própria mortalidade pode nos tornar mais condescendentes com respeito aos racistas, assim como menos tolerantes com a prostituição e menos solidários com relação aos direitos LGBTTT, por exemplo.
Além disso, segundo Jonathan, as pesquisas apontaram que pensar na morte também pode despertar em nós o desejo de ter mais filhos — e dar a eles os nossos nomes! — e inclusive tornar os ateus mais propensos a acreditar em Deus e na vida após a morte.

3 – Seu cheiro é adocicado

Todo mundo sabe que os corpos humanos em decomposição não são as coisas mais aromáticas do planeta — mesmo quem nunca teve o desprazer de sentir o desagradável cheiro de cadáveres apodrecendo. O característico odor é resultado de uma combinação de mais de 400 compostos químicos voláteis diferentes, sendo que muitos deles são comuns em outros animais além dos humanos.

Entretanto, de acordo com Jonathan, um estudo apontou que cinco elementos — mais precisamente, cinco ésteres, ou seja, compostos orgânicos que reagem com a água e produzem ácidos e álcoois — são exclusivamente encontrados em humanos.
O mais interessante é que, embora essas substâncias sejam comparáveis às produzidas por outros animais — como porcos, pássaros, e sapos —, elas também são liberadas pelas frutas quando elas apodrecem. Aliás, se algum dia você ouvir algum policial, médico ou perito forense reclamar que a morte tem cheiro adocicado e nauseante, você vai entender o que eles estão querendo dizer com isso.

4 – As unhas e os cabelos não continuam crescendo

Você já ouviu falar que as unhas e os cabelos continuam crescendo mesmo depois da morte? Na verdade, isso não passa de um mito, e o que realmente acontece é que os corpos vão desidratando conforme o processo de decomposição avança e isso os “encolhe”. Assim, com a retração da pele e de outros tecidos, temos a impressão de que as unhas e os cabelos ficam mais longos — mas tudo não passa de ilusão de ótica.

Segundo Jonathan, na realidade, as unhas e os cabelos já são tecidos “mortos”, produzidos pelos folículos pilosos e pela matriz ungueal, que ficam sob a pele. Essas estruturas dependem da ação de hormônios e do aporte de substâncias como óleos e proteínas para serem geradas, e esses ingredientes deixam de ser fornecidos depois que morremos.

5 – O medo de morrer tende a diminuir com a idade

Curiosamente, estudos realizados nos EUA apontaram que, em vez de os idosos sentirem mais medo da morte — afinal, teoricamente, ela está mais próxima dos mais velhos —, são os jovens que têm mais receio. Segundo Jonathan, uma das pesquisas revelou que indivíduos com idades entre 40 e 50 anos se preocupam mais com a morte do que sujeitos entre 70 e 80 anos.

Outra pesquisa apontou que pessoas na casa dos 60 sentem menos receio de morrer do que jovens ou indivíduos na meia idade. Outro estudo ainda demonstrou que, após os 20 anos de idade, o medo da morte tende a diminuir conforme envelhecemos, sendo que para os homens a preocupação cessa por volta dos 60 anos e, para as mulheres, entre os 40 e 50 anos.
Contudo, Jonathan explicou que, embora esses estudos tenham sido conduzidos com várias faixas etárias, eles não acompanharam os participantes ao longo de suas vidas para saber se suas posturas com respeito à morte mudavam com o tempo ou não. Portanto, é possível que a relação entre a idade e o medo de morrer revelada pelas pesquisas reflita a postura de gerações específicas.