1 – É baseado em uma série dos anos 90
Apesar do conteúdo um tanto original, House of Cards é baseada em uma série da BBC que foi ao ar nos anos 90 e tinha o mesmo nome. A série original de quatro episódios era uma adaptação do romance de Michael Dobbs e passava-se no período após o mandado de Margaret Thatcher como primeira-ministra da Inglaterra.
2 – Beau Willimon sabe o que faz
O produtor da série para o Netflix, Beau Willimon já trabalhou com políticos como Charles Schumer, Hillary Clinton e Howard Dean. Talvez por isso a série mostre tão bem como é o funcionamento do governo dos Estados Unidos.
3 – Primeira série online a ganhar um Emmy
Muitas séries consagradas já ganharam o principal prêmio televisivo do mundo, o Emmy, mas House of Cards foi a primeira produção totalmente voltada para a internet a receber o prêmio. Isso ocorreu em 2013 e o seriado venceu em três categorias: melhor direção em série dramática, melhor elenco em série dramática e melhor direção de fotografia.
4 – Kevin Spacey fez seu dever de casa
Kevin Spacey e o político Kevin McCarthy (DIR)O consagrado ator e produtor Kevin Spacey fez uma imersão no mundo da política com o congressista californiano Kevin McCarthy e, depois disso, declarou que não gostaria de estar na pele dele. “Não é fácil. Mas foi fascinante ir a algumas reuniões de sabatina e realmente ver como é a agenda deles, o que eles vão divulgar para a imprensa e como eles fazem isso”, disse Spacey.
5 – Relacionamentos na equipe
O ator que interpreta o ex-presidente Garret Walker, Michael Gill, e a atriz que faz a Secretária de Estado Catherine Durant, Jayne Atkinson, são casados na vida real, fato desconhecido pelos produtores David Fincher e Kevin Spacey até o momento da contratação do elenco.
6 –A China ama Frank Underwood
Wang Qishan, um dos líderes do Partido Comunista da China.Apesar das relações estreitas na trama, a série House of Cards é uma das mais preferidas entre os chineses que acessam o Netflix. Somente em 2014, aproximadamente 24,5 milhões de pessoas assistiram à série no país asiático, inclusive um dos líderes do Partido Comunista da China, Wang Qishan, que se declarou fã da produção.