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Quatro relatos de pilotos comerciais que teriam avistado OVNIs durante os voos

Considerando que milhares de aeronaves comerciais decolam todos os dias pelo mundo — existem estatísticas que estimam que o número ultrapassa os 100 mil voos diários —, não é de se estranhar que alguns pilotos e tripulações tenham encontros ocasionais com objetos voadores não identificados, você não acha?
A verdade é que há vários relatos de avistamentos intrigantes, e a seguir você poderá conferir quatro testemunhos — selecionados a partir de um artigo de David Tormsen, do portal ListVerse — que nós aqui do 'Você Sabia?' separamos:

1 – Explosão multicolorida

No final da década de 80, durante um voo que ia de Kansas City a Waterloo, no estado de Iowa, depois que a aeronave alcançou a altitude de 4,5 mil metros, o copiloto Andrew Danziger percebeu que havia um disco branco visível através das nuvens no céu. Tanto ele como o comandante avistaram o objeto e, após descartarem a possibilidade de que podia ser a Lua, os dois seguiram com suas atividades enquanto ficavam de olho no círculo luminoso.
Andrew Danziger foi piloto de Obama em 2008
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Cerca de 20 minutos mais tarde, Danziger se deu conta de que o disco branco havia se transformado em uma enorme bola vermelha que flutuava acima da linha das nuvens e que se mantinha em uma trajetória paralela à do avião. A aeronave então desceu 500 metros, o círculo que a acompanhava a certa distância desapareceu entre as nuvens, e o comandante e o copiloto testemunharam uma explosão de luzes multicoloridas.
Segundo Danziger, após esse intrigante evento, as nuvens, as luzes e o disco vermelho desapareceram de vista. E, quando a tripulação entrou em contato com os controladores de tráfego aéreo para informar sobre o incidente, os profissionais contaram que não haviam detectado qualquer anomalia nos radares.
Além disso, os controladores sugeriram que o caso fosse relatado para a National UFO Reporting Center — uma organização norte-americana que investiga casos de avistamentos de OVNIs — como se isso fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Aliás, depois de descrever o ocorrido, o pessoal da organização explicou que eles frequentemente recebiam testemunhos semelhantes de outros pilotos.

2 – O OVNI de Bariloche

O caso que vamos contar a seguir ocorreu em Bariloche, na Argentina, em meados da década de 90. Tudo aconteceu em uma noite de inverno, enquanto a cidade sofria com um apagão elétrico, e o voo 674 das Aerolíneas Argentinas — que transportava 102 passageiros e três tripulantes — se aproximava para pousar no aeroporto local. A aeronave se encontrava a 3 mil metros de altitude quando, de repente...
Um disco luminoso cuja trajetória desafiava as Leis da Física se aproximou e começou a acompanhar o avião. Os controladores de tráfego aéreo relataram que os instrumentos ficaram malucos, e o objeto voador chegou a ser avistado não só pelas pessoas que se encontravam no voo, mas também pelo pessoal em terra e pela polícia quando a aeronave se encontrava a apenas 600 metros do solo.

Segundo o piloto, minutos antes de pousar, depois de ter recebido autorização da torre, ele notou uma luz branca que se movia rapidamente em sua direção, parando bruscamente a 100 metros de distância diante do avião. Quando o comandante começou a manobrar novamente, o objeto fez uma curva estranha e passou a acompanhar a descida, se posicionando ao lado da aeronave.
O OVNI — que tinha o tamanho de um avião — também mudou de cor, e o piloto descreveu que ele tinha um par de luzes verdes na traseira e um brilho intermitente e alaranjado no centro.
O comandante também contou que, ao tentar pousar, as luzes da pista se apagaram, o que o obrigou a arremeter, e o objeto fez a mesma manobra, só que a uma velocidade alucinante, e ficou parado a uns 3 mil metros de altitude esperando a aproximação do avião. Por fim, quando a aeronave recebeu nova autorização para pousar, o OVNI simplesmente desapareceu em alta velocidade.

3 – O incidente de Labrador

De acordo com o comandante James R. Howard — antigo piloto da Força Aérea Real Britânica—, durante uma viagem de Nova York a Londres em 1954, o Boeing 377 Stratocruiser da companhia British Overseas Airways Corporation que ele pilotava foi cercado por diversos objetos voadores não identificados enquanto a aeronave sobrevoava a cidade de Labrador, no Canadá.

Segundo ele explicou, não se tratava de uma única nave, mas sim de um objeto maior acompanhado por vários objetos menores que voaram ao lado do Boeing por uma distância de 130 quilômetros — ou o equivalente a 18 minutos. Além disso, conforme disse Howard, as naves mudaram sua formação algumas vezes durante o trajeto.
E além de o incidente ter sido acompanhado pela tripulação — e até por alguns passageiros do Boeing —, o encontro ainda teria sido registrado pelos radares da Força Aérea dos EUA situados em Labrador. Embora Howard estivesse convencido de que o que eles presenciaram foi um encontro real com OVNIs, algumas teorias foram propostas para explicar o que aconteceu.
O pesquisador belga Wim Van Utrecht, por exemplo, acredita que poderia ser o caso de um grande bando de pássaros — possivelmente estorninhos — voando em formação. No entanto, o problema dessa explicação seria a altitude, já que os animais não costumam voar tão alto, sem falar na velocidade, especialmente porque os objetos teriam acompanhado o avião de Howard por mais de 100 quilômetros.

4 – Avistamentos em Washington

Na verdade, o caso que vamos contar agora não se refere a apenas um único relato — mas sim a vários testemunhos. O incidente aconteceu em 1952 e começou quando os controladores de tráfego aéreo do Aeroporto Nacional de Washington identificaram uma porção de sinais estranhos no radar e contataram aviões comerciais na área para checar se os pilotos haviam visto algo de estranho.

Um dos pilotos respondeu, dizendo ter visto diversas luzes que pareciam estrelas cadentes se movendo rapidamente em várias direções. Outro comandante também se pronunciou, relatando que uma luz o havia seguido enquanto sua aeronave se aproximava de seu destino — e não demorou até que vários jatos de guerra fossem mobilizados para investigar.
Os caças não encontraram nenhuma irregularidade, mas, uma semana depois, os sinais voltaram a aparecer nos radares. Dessa vez, no lugar de contatar aviões comerciais, os controladores de voo enviaram aviões militares para descobrir o que estava acontecendo, e os pilotos contaram que perseguiram luzes estranhas que se moviam incrivelmente depressa.

Inclusive existem rumores de que o então presidente norte-americano — Harry Truman — chegou a autorizar os pilotos a abater os objetos. No entanto, a ordem teria sido retirada depois que diversos cientistas (entre eles ninguém menos do que Albert Einstein) alertaram que o ato poderia ser interpretado como uma quebra das leis universais de hospitalidade, resultando em os aliens devolvendo a “gentileza”.
Sejam rumores ou não, o fato é que a explicação da Força Aérea dos EUA é que as interferências luminosas registradas pelos radares provavelmente foram provocadas por inversões de temperatura.
Segundo essa teoria, bolsões de ar frio formados sob o ar quente durante o verão fariam com que os sinais emitidos pelos equipamentos batessem em objetos — como carros e torres de transmissão — localizados na superfície, aparecendo nas telas dos radares como se eles estivessem a vários metros de altitude.

Para provar que estava sendo seguido por um óvni, garoto filma tudo [vídeo]

Quando você é uma criança de nove anos e diz para os seus pais que um objeto voador está te seguindo há alguns dias, ninguém vai acreditar. Agora, quando você é uma criança de nove anos que está sendo seguida por um objeto voador não identificado e tem em suas mãos um celular com câmera, talvez seus pais comecem a ouvir melhor a sua história.

O vídeo que você vai ver abaixo foi gravado por um garoto que estava cansado de ouvir que tem uma boa imaginação. As imagens mostram, de fato, um objeto voador estranho sobre o menino. O óvni muda de direção e, inclusive, parece mudar de formato antes de desaparecer completamente.


Alguns experts no assunto acreditam que criaturas extraterrestres têm certa preferência por crianças quando o assunto é abdução e, por isso, os pais do garoto, que antes não acreditavam nele, agora estão assustados e com muito medo. O fato é que, como na maioria dos casos envolvendo possíveis óvnis, ainda não há uma conclusão sobre o assunto.

Você conhece a enigmática Pedra de Roswell, supostamente feita por ETs?

A possibilidade de vida inteligente fora da Terra é algo que fascina inúmeros pesquisadores mundo afora, e qualquer artefato que possa “comprovar” alguma tentativa de comunicação com seres do espaço gera enorme burburinho na mídia – principalmente se ele permanecer como um mistério.

Desde o Caso Roswell, em 1947, os ufólogos ficaram em polvorosa com a possibilidade de, enfim, termos contatado uma nave alienígena e capturado seus tripulantes. Apesar de nenhuma prova concreta ter surgido desde então, a história entrou no imaginário popular – tanto que muita gente acredita que o governo norte-americano esconde o que foi encontrado na misteriosa Área 51.
Atualmente, a cidade de Roswell respira a fama que adquiriu desde o suposto acidente extraterrestre de quase 70 anos atrás. E foi ali perto, no meio do deserto do estado do Novo México, a 18 km de onde teria caído a aeronave, que um senhor alega ter encontrado um artefato curioso, que ficou conhecido no meio paranormal como a Pedra de Roswell.

Descoberta

Em setembro de 2004, o empresário Robert Ridge foi caçar cervos no deserto. Seria mais um dia comum na sua vida, caso ele não tropeçasse, literalmente, em um artefato pra lá de estranho. Enterrada na areia do local, com apenas um pedaço aparecendo, estava uma curiosa pedra, com enigmáticas inscrições na sua superfície.
Medindo 4 cm de espessura e 5 cm de comprimento, a rocha continha desenhos geométricos que remetiam a luas e sóis. E o mais incrível de tudo: a imagem era idêntica a de símbolos que apareceram em uma plantação na Inglaterra, a milhares de quilômetros dali, em 1996. Seria apenas uma cópia vinda de uma cidade que cultua o misticismo extraterrestre há quase sete décadas?

Agroglifo

Os ufólogos que pesquisaram o círculo na plantação inglesa disseram se tratar de um dos mais perfeitos agroglifos já surgidos em todo o mundo. Ele foi descoberto por um piloto e um passageiro que sobrevoaram a plantação de milho duas vezes: na primeira, estava tudo normal; meia hora depois, ao retornarem pela mesma rota, a imagem estava lá. Quem teria feito?
A figura é idêntica à que está na rocha encontrada quase uma década depois nos EUA. Muitos céticos acreditam que ela foi falsificada por alguém que queria notoriedade, só que a técnica de jateamento de areia, usada para tal fim, era ineficaz. Seria necessário avançadas tecnologias a laser para produzir tais inscrições. Daí surge a pergunta: se é criação humana, por que ela seria jogada no meio do deserto onde poderia ficar perdida para sempre?
Vários especialistas, inclusive, tentaram recriar a rocha em laboratório e não conseguiram imitar os acabamentos perfeitos. Para piorar, o material da pedra é diferente do encontrado no deserto e possui estranhas propriedades eletromagnéticas dificílimas de serem falsificadas – quem conseguiria abrir a rocha para colocar um ímã lá dentro sem deixar nenhum vestígio na sua superfície? Posteriores estudos radiográficos mostraram que o artefato é maciço, sem nenhum ímã em seu interior.

Chave ou calendário?

A Pedra de Roswell, como ficou conhecida, ser magnética nem é tão bizarro – isso se ela contivesse bastante ferro em sua composição, o que não é o caso. Em contato com um algum ímã externo, a pedra pode girar nos sentidos horário e anti-horário. Seria outro mero acaso da natureza?
Além disso, seu formato levemente triangular parece se encaixar perfeitamente na mão, e isso parece ter criado uma forte ligação “paranormal” com o seu descobridor: Robert Ridge ficou profundamente perturbado emocionalmente quando um pedaço da rocha foi retirado para análises em laboratório. Será que existe alguma conexão psíquica do artefato com o seu “dono”?
Alguns estudiosos de vida extraterrestre acreditam que a Pedra de Roswell pode ser alguma espécie de chave – mas ninguém sugere qual seja a fechadura. Já outros ufólogos defendem que as inscrições podem significar algum tipo de data: seria a inscrição de quando faremos um contato alienígena? Pelo jeito, esse vai continuar sendo mais um mistério para os teóricos dos antigos astronautas...

E agora? Será que se trata de uma das maiores fraudes alienígenas de todos os tempos? Ou será que seres de outro planeta estão realmente tentando entrar em contato com a civilização humana?

Documento online mais acessado da história do FBI fala de discos voadores

A fascinação pela busca de vida inteligente fora da Terra faz os amantes da ufologia procurarem pistas igual a quem procura agulha em um palheiro. Qualquer tipo de informação pode trazer uma nova luz ao assunto, mesmo que nem sempre as informações sejam muito precisas.

É o caso de um documento de 22 de março de 1950. Chamado de “memorando Hottel”, o arquivo já foi visto quase 1 milhão de vezes desde que o FBI o divulgou em uma plataforma online de registros públicos. Mas o que tem de tão especial nesse arquivo?
Ele foi escrito por Guy Hottel, responsável pelo escritório do FBI em Washington na época, e endereçado a J. Edgar Hoover – o então diretor-geral do FBI e um dos maiores nomes de todos os tempos da corporação. No memorando, Hottel relata a conversa que teve com um investigador da Força Aérea norte-americana em que “alguém” teria contado a ele sobre acidentes envolvendo discos voadores.
Agente especial Guy Hottel, do FBI, enviou um memorando em que conta a conversa que teve com um investigador da Força Aérea
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I want to believe

Como você já pode perceber, trata-se de um grande telefone sem fio. “Alguém” diz para o investigador, que disse para Hottel, que disse pra Hoover, que arquivou o memorando sem dar muita importância ao relato. Mais de seis décadas depois, porém, o documento reacende a discussão sobre a existência de extraterrestres.
“Eles [os discos] foram descritos como sendo de formato circular e com a parte central levemente levantada. Cada disco tinha aproximadamente 50 pés [15 metros] de diâmetro e era ocupado por humanoides de formato característico, mas com apenas 3 pés [90 centímetros] de altura. Eles vestiam um tecido metálico com uma textura muito fina”, descreve o memorando Hottel.
O documento todo parece ter saído de algum capítulo de “Arquivo X”, mas o FBI garante que não se pode usá-lo como prova da existência de alienígenas, já que a história contada por Guy Hottel sequer foi investigada. Os relatos também não devem ser comparados ao suposto incidente em Roswell, em 1947, já que J. Edgar Hoover ordenou a investigação de qualquer suspeita alienígena após esse caso – e se ele não fez nada com a história narrada por Hottel, era porque não havia indício algum da credibilidade do relato.
Memorando do FBI que fala de discos voadores é o mais acessado em plataforma online

Quem era o informante?

Alguns detalhes corroboram com a negação do FBI. Primeiro que os relatos oculares do acidente de Roswell fazem referência a naves destruídas no deserto do Novo México, e não a três espaçonaves intactas, cada uma delas com três supostos alienígenas. Além disso, apesar de o FBI ter disponibilizado esses documentos na plataforma online Vault em 2011, a história desse relato de Guy Hottel já circula entre os ufólogos desde o final da década de 1990. Será que o FBI não iria suprimir esse documento se ele tivesse alguma credibilidade? Ele sequer é tratado como “Top Secret”, mas, sim, um memorando comum para o FBI!
Para piorar, o nome do informante de Hottel nunca foi divulgado oficialmente, mas especialistas acreditam que se trate de Silas Newton, que fabricou várias provas mentirosas sobre a existência de extraterrestres a ponto de ser preso em 1952 por fraude – ele teria contado a mesmíssima história para Frank Scully, um dos escritores da revista Variety na época.
Silas Newton (esquerda) teria contado a história ao escritor Frank Scully (direita) e preso por inventar provas mentirosas da existência alienígena

Conheça a história mais horripilante do mundo envolvendo abdução alienígena

Atenção: as imagens contidas nesta matéria podem ser muito chocantes para pessoas sensíveis. Pense bem antes de conferir a galeria.
Casos de pessoas que dizem terem sido abduzidas por alienígenas se proliferam em vários cantos do mundo. E uma das histórias mais assustadoras aconteceu aqui no Brasil.


Em 1988, o corpo de um homem foi encontrado às margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo. Ele apresentava um nível de brutalidade que chocou os investigadores: foram removidos o olho e o ouvido esquerdos, os lábios, a língua, o esôfago e o osso do maxilar. A precisão cirúrgica levou os investigadores a acreditarem que quem estava por trás desse crime hediondo tinha conhecimento avançado da anatomia humana.
Os especialistas do Instituto Médico Legal de São Paulo, na época, arquivaram o caso. Eles apenas concluíram que a tecnologia para tais ferimentos era muito moderna para a medicina. Quem tinha feito aquilo permaneceria um mistério.

Caso gera interesse de especialista em mutilação de animais

Cinco anos depois, a professora espanhola Encarnación Zapata Garcia tomou conhecimento do caso de Guarapiranga e resolveu investigá-lo. Na época, ela estudava estranhas mortes de animais nos EUA que tinham em comum a presença de marcas assustadoras e que, “por acaso”, eram parecidas com as encontradas no misterioso assassinato de 1988 aqui no Brasil.

“A semelhança entre os cortes e ferimentos no cadáver e os cortes em animais mutilados por ETs em todo o planeta era impressionante, tanto que estranhei que Rubens, um médico, não tivesse ido adiante com uma investigação sobre o assunto”, escreveu a professora na época.

Ela menciona Rubens Sérgio Góes, dermatologista que ficou conhecendo o caso através de seu primo, Rubens Silvestre Marques, que trabalha como perito criminal. Na ocasião, os especialistas acreditavam que o cadáver tivesse sido atacado por urubus e, por isso, apresentava as marcas misteriosas.


Ausência de sangue.

A precisão cirúrgica com que algumas partes do corpo haviam sido retiradas assustou Encarnación. Além das citadas no começo desta matéria, o saco escrotal, o ânus e o reto tinham sido extraídos; e, através de uma perfuração de apenas 3 centímetros no umbigo, as vísceras do cadáver também foram removidas.

Orifícios simétricos de apenas 2 centímetros foram responsáveis pela retirada de músculos do braço. E o mais assustador de tudo: apesar de toda a violência, nenhuma gota de sangue foi encontrada no corpo do homem, que aparentava 40 anos, nem em sua cueca – a única peça de roupa que ele usava.

A conclusão dos peritos é de que as perfurações foram sistemáticas e rápidas, feitas enquanto o indivíduo ainda estava vivo. Eles sugerem que uma fonte desconhecida de calor ou de laser tenha sido usada para fazer os buracos usados para a retirada dos órgãos.

Confira as fotos do cadáver na galeria abaixo. Atenção: novamente alertamos que são imagens com forte conteúdo gráfico, que podem causar mal-estar em pessoas sensíveis. Tenha certeza antes de clicar nas setas e conferir o restante das fotos.















Quem teria cometido tamanha atrocidade?
O caso foi relatado pela primeira vez na Revista UFO, em setembro de 1993. Por se tratar de uma publicação destinada aos amantes da busca extraterrestre, o crime não chegou ao conhecimento da população com todos os detalhes que haviam sido descobertos. O mesmo veículo noticiou a história outras vezes, normalmente com ufólogos questionando a veracidade das informações.

Os defensores do caso alegam que o homem morreu de ataque cardíaco durante a operação que culminou na retirada de seus órgãos e pedaços de seu corpo. Para eles, quem fez isso não tinha nenhuma consideração moral pelo ser humano e por isso não se importou com o sofrimento infligido ao homem durante a operação. E quem seria tão cruel a esse ponto? Alienígenas, é claro.

Mas será mesmo culpa dos alienígenas?

Apesar das provas apresentadas, muita gente não acredita que o caso se trate de algum tipo de abdução ou experiência alienígena. Os ufólogos Claudeir e Paola Covo, por exemplo, defendem que o corpo foi atacado por animais, como ratos e urubus, e por isso apresentava as marcas encontradas.

A mesma conclusão é apontada por alguns especialistas que analisaram as fotos do cadáver. A identidade do homem foi revelada: Joaquim Sebastião Gonçalves, de 53 anos, que sofria do mal de Chagas e de epilepsia. Ele teria entrado na represa apenas de cueca, nadado até a outra margem e sofrido um ataque.

Lá, ele teria sido devorado, ainda vivo, por animais como ratos, urubus e formigas até sucumbir à morte por um ataque cardíaco. Testemunhas que moram perto da represa de Guarapiranga alegam ter encontrado o corpo coberto de urubus.



E agora? Quem estará falando a verdade? As pessoas que acreditam que Joaquim Gonçalves passou por experimentos alienígenas ou as que dizem que ele foi atacado por animais necrófagos? Deixe sua opinião!

URSS e os EUA tinham um “trato” em caso de invasão alienígena

Todo mundo sabe que durante a Guerra Fria — período que se estendeu do final da Segunda Guerra Mundial até a extinção da União Soviética — os EUA e a URSS não eram os melhores amigos, não é mesmo? Entretanto, você sabia que Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev tinham uma espécie de trato informal de deixar suas diferenças de lado e unir forças no caso de que a Terra fosse invadida por alienígenas?

Segundo Danny Lewis, do portal Smithsonian.com, durante a Cúpula de Genebra que ocorreu em 1985, os dois líderes mundiais saíram para dar um passeio em um dos intervalos entre as negociações, acompanhados apenas de seus tradutores. Por muito tempo, ninguém soube qual foi o assunto discutido pela dupla, mas, há alguns anos, Gorbachev deu com a língua nos dentes em uma entrevista.

Unidos contra os ETs

De acordo com Danny, Gorbachev contou divertido que, durante o passeio, Reagan simplesmente perguntou de forma direta e repentina se o soviético ajudaria os Estados Unidos se, de repente, eles fossem atacados por seres de outro planeta. Gorbachev respondeu apenas que “sim, sem dúvida!”, e Reagan disse que os norte-americanos também estavam dispostos a auxiliar a União Soviética caso ela fosse invadida por extraterrestres hostis.

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Pode parecer brincadeira, mas não é nenhum segredo que Reagan cresceu lendo livros de ficção científica e era um enorme fã desse gênero. Tanto que o codinome do programa nuclear norte-americano durante a sua gestão era “Star Wars”, e dizem que algumas vezes seu gosto literário chegou a influenciar suas decisões.
Além disso, durante seu governo, Reagan se apoiava nos conselhos do Citizens' Advisory Council on National Space Policy — um think tank voltado para as políticas de exploração espacial formado por engenheiros, astronautas, escritores etc. — para guiar suas decisões com respeito ao desenvolvimento de novas tecnologias. Aliás, segundo Danny, o grupo inclusive ajudou o Presidente a redigir o discurso de apresentação do programa nuclear “Star Wars”.

Ainda de acordo com Danny, é difícil saber se Reagan realmente estava falando sério quando perguntou a Gorbachev se os dois podiam unir forças no caso de uma invasão alienígena. Entretanto, por mais engraçada que a situação possa parecer, essa não foi a única vez que os governos norte-americano e soviético demonstraram preocupação com possíveis ameaças extraterrestres.


Segundo ele disse, entre as décadas de 50 e 60, uma equipe de engenheiros a serviço do Exército dos EUA tinha como missão projetar armas capazes de defender futuras bases lunares. Além disso, também foi revelado que, na década de 70, o governo soviético chegou a equipar a estação espacial Almaz secretamente com um canhão, que inclusive foi posto à prova no espaço!