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Como estão as gêmeas mais famosas da Sessão da Tarde?


As gêmeas mais famosas da sessão da tarde começaram muito mais cedo do que podíamos imaginar, ao 9 meses de idade as pequenas já atuavam no papel de Michelle Tanner na série Full House. Mas não pararam por aí, ainda crianças gravaram uma serie de filmes ( que nós com certeza já vimos passar na globo), lançaram bonecas e todos os tipos de produtos que você pode imaginar pela marca Dualstar, que as duas fundaram quando tinham apenas 6 aninhos de idade. Pode parecer absurdo, mas aos 10 anos de idade as gêmeas já eram milionárias.
Mas só com 18 anos puderam começar a administrar a própria fortuna. Saíram da casa dos pais e foram morar em Nova Iorque. Mas apesar de toda essa mudança, o que mais nos chama atenção é como elas mudaram, e principalmente como já não se parecem tanto assim. Atualmente com 29 anos de idade, as moças administram uma super marca de moda a  The Row. Onde lançam suas próprias crianções, como designers.
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Sabemos que ambas as garotas já sofreram com algum tipo de problema de saúde, seja Mary Kate com anorexia ou Ashley com a doença de Lyme, que também já acometeu a cantora Avril Lavigne. Mas apesar dos problemas de saúde, uma coisa que não ficou clara para nós é o que aconteceu exatamente com Mary Kate, que mudou tanto que já não está mais idêntica a irmã. O que os sites americanos alegam, é que a moça passou pelo processo de cirurgia plástica, onde mudou as feições das bochechas e queixo. Mas infelizmente parece que não deu muito certo, não é mesmo?
Mandatory Credit: Photo by Joe Schildhorn/BFAnyc.com/REX (4233590u) Mary-Kate Olsen, Ashley Olsen World Of Children Awards Ceremony, New York, America - 06 Nov 2014

Elas seguem ativas no mercado da moda, e juntas somam uma fortuna maior que a de Paris Hilton, David Beckham  e outros famosos, sendo donas de humildes 400 milhões de dólares.
Com tanto dinheiro assim, fica difícil entender o que levou Mary Kate a se submeter a esse tipo de cirurgia, ou talvez, seja exatamente esse o motivo da garota te-la feito. Mas agora é esperar para ver, como é que estarão as garotas daqui 10 ou 20 anos? Esperamos que elas tenham notado que talvez seja melhor parar por aqui com as cirurgias. Conhece mais algum famoso que ficou muito diferente após se submeter a plásticas? Comente aqui em baixo, também queremos saber!

Dez lugares que você precisa visitar antes de morrer


Ainda que você seja daquele tipo de gente que viaja muito, você ainda tem uma longa lista para completar. Há tantos lugares, culturas e pessoas para se visitar no mundo que seria difícil colocar todos eles numa única lista. Não vamos enumerar os destinos mais cobiçados e comuns, como capitais estadunidenses, europeias e brasileiras. Vamos além…


Fugindo um pouco do comum, vamos oferecer uma lista de lugares com as paisagens mais estonteantes e magníficas que conseguimos encontrar.
Confira 10 lugares que você precisa visitar antes de morrer:

Parque Nacional Plitvice Lakes – Croácia

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Parque Nacional Glacier – Estados Unidos

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Bora Bora – Polinésia Francesa

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Pscina Infinita, Hotel Marina Bay Sands – Singapure

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Antelope Canyon – Estados Unidos

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Ponte Suspensa Capilano – Canadá

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Blue Caves – Grécia

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Monte Roraima – Brasil

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Fjaðrárgljúfur Canyon – Islândia

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Lauterbrunnen – Suíça

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Cinco coisas curiosas que a Ciência descobriu a respeito da morte

Se existe uma coisa da qual ninguém pode fugir para sempre é da morte, e ela representa um assunto que, ao mesmo tempo, causa verdadeiro fascínio e medo nas pessoas.


Pois o pesquisador Jonathan Jong listou em um interessante artigo — publicado pelo portal The Conversation — uma seleção de descobertas surpreendentes que a Ciência já fez sobre a morte, e você pode conferir quais são elas a seguir:

1 – Ela pode ser — mais ou menos — prevista

Na verdade, não é que a morte possa ser — mais ou menos — prevista, mas sim a expectativa de vida de um indivíduo. De acordo com Jonathan, os cientistas descobriram na década de 60 que, ao contrário do que se pensava, as células do nosso corpo não são capazes de se replicar indefinidamente e, portanto, não são imortais. Elas param após se dividirem entre 50 e 70 vezes, e os pesquisadores observaram outra coisa interessante.

Os telômeros — que, basicamente, são sequências de DNA que ficam nas extremidades dos nossos cromossomos — vão diminuindo a cada divisão celular, e, quando eles se tornam curtos demais, as células param de se dividir e morrem. Sendo assim, desde que os pesquisadores descobriram isso, existem cada vez mais evidências de que a extensão dos telômeros pode servir para que possamos medir a expectativa de vida de humanos e outros seres vivos.
Por certo, conforme explicou Jonathan, nem todos os estudos conduzidos sobre o tema confirmaram que os telômeros podem ser utilizados como “termômetro” para prever por quanto tempo uma pessoa pode viver nem se o seu encurtamento é quem provoca o envelhecimento ou se esse processo é apenas um sintoma.
Por outro lado, se o comprimento dos telômeros estiver associado com o envelhecimento, se algum dia a Ciência descobrir como manipular sua extensão, então é possível que consigamos prolongar significativamente a duração da vida.

2 – Pensar nela nos torna mais preconceituosos

Uma série de estudos — mais de 200 e envolvendo milhares de pessoas de várias partes do mundo — conduzidos ao longo de 25 anos sugere que pensar a respeito da própria morte pode ter efeitos curiosos sobre o comportamento.

As pesquisas apontaram que considerar a própria mortalidade pode nos tornar mais condescendentes com respeito aos racistas, assim como menos tolerantes com a prostituição e menos solidários com relação aos direitos LGBTTT, por exemplo.
Além disso, segundo Jonathan, as pesquisas apontaram que pensar na morte também pode despertar em nós o desejo de ter mais filhos — e dar a eles os nossos nomes! — e inclusive tornar os ateus mais propensos a acreditar em Deus e na vida após a morte.

3 – Seu cheiro é adocicado

Todo mundo sabe que os corpos humanos em decomposição não são as coisas mais aromáticas do planeta — mesmo quem nunca teve o desprazer de sentir o desagradável cheiro de cadáveres apodrecendo. O característico odor é resultado de uma combinação de mais de 400 compostos químicos voláteis diferentes, sendo que muitos deles são comuns em outros animais além dos humanos.

Entretanto, de acordo com Jonathan, um estudo apontou que cinco elementos — mais precisamente, cinco ésteres, ou seja, compostos orgânicos que reagem com a água e produzem ácidos e álcoois — são exclusivamente encontrados em humanos.
O mais interessante é que, embora essas substâncias sejam comparáveis às produzidas por outros animais — como porcos, pássaros, e sapos —, elas também são liberadas pelas frutas quando elas apodrecem. Aliás, se algum dia você ouvir algum policial, médico ou perito forense reclamar que a morte tem cheiro adocicado e nauseante, você vai entender o que eles estão querendo dizer com isso.

4 – As unhas e os cabelos não continuam crescendo

Você já ouviu falar que as unhas e os cabelos continuam crescendo mesmo depois da morte? Na verdade, isso não passa de um mito, e o que realmente acontece é que os corpos vão desidratando conforme o processo de decomposição avança e isso os “encolhe”. Assim, com a retração da pele e de outros tecidos, temos a impressão de que as unhas e os cabelos ficam mais longos — mas tudo não passa de ilusão de ótica.

Segundo Jonathan, na realidade, as unhas e os cabelos já são tecidos “mortos”, produzidos pelos folículos pilosos e pela matriz ungueal, que ficam sob a pele. Essas estruturas dependem da ação de hormônios e do aporte de substâncias como óleos e proteínas para serem geradas, e esses ingredientes deixam de ser fornecidos depois que morremos.

5 – O medo de morrer tende a diminuir com a idade

Curiosamente, estudos realizados nos EUA apontaram que, em vez de os idosos sentirem mais medo da morte — afinal, teoricamente, ela está mais próxima dos mais velhos —, são os jovens que têm mais receio. Segundo Jonathan, uma das pesquisas revelou que indivíduos com idades entre 40 e 50 anos se preocupam mais com a morte do que sujeitos entre 70 e 80 anos.

Outra pesquisa apontou que pessoas na casa dos 60 sentem menos receio de morrer do que jovens ou indivíduos na meia idade. Outro estudo ainda demonstrou que, após os 20 anos de idade, o medo da morte tende a diminuir conforme envelhecemos, sendo que para os homens a preocupação cessa por volta dos 60 anos e, para as mulheres, entre os 40 e 50 anos.
Contudo, Jonathan explicou que, embora esses estudos tenham sido conduzidos com várias faixas etárias, eles não acompanharam os participantes ao longo de suas vidas para saber se suas posturas com respeito à morte mudavam com o tempo ou não. Portanto, é possível que a relação entre a idade e o medo de morrer revelada pelas pesquisas reflita a postura de gerações específicas.

Cinco maneiras cientificamente comprovadas de viver por mais de 100 anos

Envelhecer bem é o sonho de consumo da maioria das pessoas. É por isso que academias estão lotadas sempre e que tanta batata-doce é vendida nesse mundo, afinal já temos consciência de que mexer o corpo e ter uma boa alimentação são duas das práticas fundamentais para quem quer ter uma vida longa.


Agora, uma pergunta: por quantos anos você gostaria de viver? Se a resposta tiver mais de três dígitos, isso é ótimo, mas você já se perguntou qual é o segredo das pessoas centenárias?
O Metro publicou uma série de dicas com bases científicas para quem busca uma vida realmente longa – e, sinceramente, não são dicas tão difíceis de seguir. Confira:

1 – O estresse

Quem é que não fica estressado de vez em quando? A questão não é não se estressar, mas sim a forma como se lida com o estresse. Pessoas centenárias costumam enfrentar situações de extremo nervosismo e ansiedade de uma jeito melhor, justamente porque têm altos níveis de inteligência emocional.

2 – O peso

Infelizmente, o sobrepeso não é um indicativo de vida longa. Pessoas acima dos 100 anos geralmente são magras, então é importante controlar o seu peso, se você acha que deve.


3 – O cigarro

Não é exatamente uma novidade, mas fumar é um hábito que, diariamente, diminui suas chances de ter uma vida longa. Se é de um choque que você precisa para pensar em largar o vício de vez.


4 – A saúde mental

Pessoas que ultrapassam os 100 anos geralmente não têm problemas relacionados à saúde mental. Em alguns casos, é claro, não se pode evitar o aparecimento de algumas doenças, como a de Alzheimer, mas é possível, sim, mudar alguns hábitos em prol de uma boa saúde mental


5 – A maternidade

Pois é, rapazes, aqui a dica é só para as mulheres mesmo. Para a Ciência, ter filhos depois dos 40 é um sinal de que a mulher está envelhecendo bem e lentamente, ou seja: é um ótimo indicativo de amadurecimento.


O que será que as primeiras pessoas imortais vão comer ?

Existe um medicamento utilizado por pessoas diabéticas e que em breve terá suas propriedades antienvelhecimento testadas. Se chegaremos ou não a ter uma expectativa de vida de 120 anos com saúde e disposição, só mesmo o tempo vai dizer, mas já é possível analisarmos mudanças em determinados setores da nossa vida: a alimentação, por exemplo, será parecida com a que temos hoje? Possivelmente, não.


O How We Get To Next abordou esse assunto de uma maneira muito interessante, e nós resolvemos dividir algumas considerações com você. Primeiro, vale sempre lembrar que a expectativa de vida das pessoas depende de vários fatores e que, ao longo dos últimos 200 anos, a vida humana vem ganhando dois anos a mais de perspectiva a cada década, o que já é uma ótima notícia.
De uma forma simplista, podemos dizer que estamos ganhando mais anos de vida saudável e que esse mesmo tempo vai nos ajudar a conquistar ainda mais tempo, de modo que todo esse acúmulo talvez um dia nos deixe imortais.

Para sempre


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A palavra “imortal” é utilizada aqui com um significado diferente do usual, que se refere apenas a alguém ou a alguma coisa que não morre. Em termos de evolução, “imortal” é quando a nossa taxa de envelhecimento permanece constante e a taxa de expectativa de vida aumenta. Para o geriatra e biomédico Aubrey de Grey, vai chegar um ponto de desenvolvimento em tratamentos antienvelhecimento em que as pessoas se dividirão em dois grupos: as que vão morrer e as que não vão.
Já parou para pensar no que uma sociedade dividida entre mortais e imortais faria? Como esses dois grupos de seres humanos interagiriam entre si? O que a imortalidade mudaria em questões relacionadas a emprego e casamento, por exemplo? A verdade é que ainda não há suposições suficientes para essas questões relacionadas à vida em sociedade. Entretanto, já é possível saber o que os primeiros imortais comerão.
Grey ainda arrisca alguns palpites no quesito comportamental dos imortais e acredita que as pessoas do futuro assumirão menos riscos: o número de motocicletas tende a diminuir, e as pessoas possivelmente fumarão menos e, claro, terão mais critérios na hora de escolher o que colocar no prato.

Menos é mais



Ainda que seja possível encontrar todo tipo de dieta específica para quem quer viver mais, a dica que todo especialista em envelhecimento dá, quando o assunto é alimentação, é realmente simples: restringir o número de calorias, o que basicamente significa comer menos.
Testes realizados em ratos revelaram que os animais que, na juventude, ingerem 15% a menos da quantidade calórica recomendada tinham mais tempo de vida. Em termos humanos, essa diferença de tempo seria de cinco anos – a comparação, para Eric Ravussin, que se dedica a estudar a evolução da saúde humana, é mais do que verdadeira.
Nesse sentido, podemos dizer que os primeiros imortais comerão pequenas porções, mas de quê? De acordo com o explorador Dan Buettner, que acompanhou de perto os costumes de alguns povoados com grandes números de centenários, a alimentação das pessoas que vivem muito é baseada em alto consumo de vegetais, leguminosas e frutas, ingestão moderada de álcool e baixo consumo de carnes.

Fome de quê?


Ao tentar prever padrões alimentares futuros, precisamos levar em consideração o fato de que alguns itens, com o passar do tempo, ou deixarão de ser consumidos ou serão consumidos em proporções muito menores, como é o caso das carnes e dos laticínios. Acredita-se que os tradicionais hambúrgueres, por exemplo, serão consumidos apenas em ocasiões especiais em 2050, e não de forma tão popular como acontece hoje.
Com relação aos alimentos naturais, a expectativa é de que exista aumento no consumo de itens populares em regiões quentes, como é o caso do milho, do pepino, do melão, do pimentão e da abóbora. Por outro lado, folhas como alface, repolho e espinafre podem deixar de existir.
Essas mudanças estão sendo previstas já há algum tempo. Só para você ter ideia, em abril de 2014 foi publicado um relatório, encomendado pela Food Network Climate Research, que repassou algumas recomendações sobre alimentação: comer mais itens de origem vegetal; diminuir o consumo de carne; beber água da torneira; evitar gordura, açúcar e sal; e valorizar a comida, buscando saber sua origem e evitando o desperdício.



Com base em todas essas informações, o colunista Duncan Geere elaborou uma lista com os principais itens da dieta dos primeiros imortais. Confira:
  • Vegetais: além de itens baratos e frescos, são saudáveis e, em breve, serão mais populares do que nunca;
  • Leguminosas: feijão, ervilha e lentilha são itens ricos em proteínas, fibras, vitaminas e minerais e, obviamente, serão consumidos pelos imortais;
  • Pouquíssima carne: os imortais escolherão fontes alternativas de proteína e darão espaço ao tofu e à soja também. A carne como consumimos hoje contribui para aumentar nossa resistência a antibióticos, polui o meio ambiente e influi muito negativamente nas alterações climáticas;
  • Água e vinho: um pouco de vinho não faz mal a ninguém, e água é, definitivamente, a melhor maneira de manter o corpo bem hidratado.
  • Pequenas porções: vale frisar que os imortais consumirão esses itens em pequenas quantidades. É bem provável que futuramente a contagem de calorias dos alimentos seja mais popular ainda.

O tempo é um ilusão ?

O tempo é relativo. É o que diz a teoria formulada por Einstein em 1915, que uniu outras duas teorias científicas: a Relatividade Restrita (ou especial) e a Relatividade Geral. A ideia de uma relatividade especial substitui os conceitos da Teoria de Newton, onde tempo e espaço são independentes. Segundo Einstein, a relação entre esses dois conceitos é curva, o que relativizaria a ideia de tempo.






No entanto, essa questão ainda não foi superada e continua sendo formulada e reformulada por físicos fundamentais e quânticos, cada qual com sua própria tese. Basicamente, percebemos o tempo como uma linha reta, onde atrás está o passado, à frente o futuro, e no ponto exato onde nos encontramos, o presente. Essa é uma noção linear do tempo e muitos físicos afirmam que isso se trata de uma ilusão.

Lee Smolin, físico teórico estudioso de física quântica e cosmologia, discorda desse paradigma. Para ele o tempo é algo tão real quanto os sapatos que calçamos todas as manhãs. Seus estudos pretendem unir as leis da física quântica às leis da relatividade geral.

Estamos muito longe de descobrir os mistérios do universo. Desvendar o tempo significa entender a origem do universo, o conceito de infinito e tudo mais. Será que estamos preparados?